- A Fifa proibiu a entrada de garrafas plásticas de água nos estádios da Copa do Mundo de 2026 para evitar lesões a jogadores e torcedores.
- Antes, garrafas vazias, transparentes e reutilizáveis com até um litro eram permitidas; a regra foi atualizada e agora não permite mais garrafas de fora.
- A medida vale para todas as arenas do torneio, alinhada a normas de segurança com comitês organizadores e autoridades locais.
- Os estádios devem oferecer estações de combate ao calor e hidratação; torcedores poderão usar bebedouros, desde que comprem água nos bares internos.
- O preço da água nos bares ainda não foi divulgado; na Copa do Mundo de Clubes de 2025, ficava entre quatro e seis dólares.
A Fifa anunciou a proibição de entrada de garrafas plásticas de água nos estádios da Copa do Mundo 2026. A medida vale para todas as arenas sede do torneio, que começa em uma semana, com o jogo de abertura entre México e África do Sul. A decisão foi tomada para reduzir o risco de lesões a jogadores, torcedores e funcionários, já que garrafas podem ser arremessadas ao campo ou às arquibancadas.
Antes, eram permitidas garrafas de plástico vazias, transparentes, reutilizáveis e com capacidade máxima de um litro. A partir desta terça-feira, no entanto, a entrada de garrafas foi proibida, conforme atualização das normas de conduta da própria Fifa. A entidade justifica a mudança pela prioridade à segurança de todos os presentes.
Um porta-voz da Fifa ressaltou o compromisso com a saúde de atletas, árbitros, voluntários e público, e informou que a política será aplicada a todas as arenas participantes. A cooperação ocorre com os Comitês Organizadores locais e autoridades das cidades-sede, para instalar pontos de hidratação, áreas de combate ao calor e ventilação nas praças. A organização também planeja ampliar o acesso a bebedouros nas arenas.
Medidas de hidratação e consumo no estádio
Com a nova norma, torcedores poderão utilizar bebedouros dentro dos estádios, desde que comprem água nos bares das pistas. Os preços ainda não foram divulgados pela Fifa. Em 2025, na Copa do Mundo de Clubes, bares cobraram entre 4 e 6 dólares por uma garrafa de água, prática que pode servir como referência.
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