- Nilton Petrone, fisioterapeuta do Fluminense, ficou conhecido nacionalmente pelo apelido Filé.
- A origem remonta a 1990, quando Romário atuava pelo PSV e sofreu lesão no tornozelo, buscando recuperação rápida para a Copa do Mundo da Itália.
- Petrone, então professor universitário, desenvolveu um protocolo de recuperação acelerada e foi chamado para comandar o processo na Holanda.
- Durante a primeira sessão na piscina, Romário elogiou o porte físico do fisioterapeuta e chamou-o de “filezinho de borboleta”, o que evoluiu para o apelido Filé.
- O apelido acompanhou Petrone ao longo de sua carreira, tornando-o uma das figuras mais conhecidas dos bastidores do futebol brasileiro.
Nilton Petrone é uma referência na fisioterapia esportiva e no Fluminense, conhecido por contribuições que ajudaram a recuperar atletas de alto nível. Entre suas funções, ganhou notoriedade pelo apelido que acompanha sua carreira há décadas: Filé.
A história começa em 1990, quando Romário atuava pelo PSV, da Holanda, e sofreu uma grave lesão no tornozelo com previsão de recuperação de cerca de seis meses. O atacante buscou um protocolo de recuperação acelerada criado por Petrone, então professor universitário.
Ao iniciar a sessão de recuperação na piscina, Romário observou o porte físico de Petrone, pesando cerca de 50 quilos na época. O craque, em tom de brincadeira, chamou o fisioterapeuta de filezinho de borboleta, expressão que rapidamente virou o apelido oficial.
A origem do apelido
O termo foi encurtado para Filé, acompanhando Petrone ao longo de toda a carreira e tornando-se uma das personalidades mais reconhecidas nos bastidores do futebol brasileiro.
Mais de três décadas depois, Nilton Petrone é lembrado pela sua contribuição à recuperação de atletas de elite. O apelido, nascido em uma conversa descontraída na Holanda, permanece como marco de sua trajetória profissional.
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