- Romário se coloca entre as cinco maiores referências do futebol mundial, incluindo Pelé e Ronaldo, dizendo ter se dado 11 de 10 como jogador.
- Em entrevista ao The Guardian, o ex-atacante projeta que o Brasil pode vencer a Copa do Mundo de 2026 e que o título pode aliviar a crise política no país.
- Ele afirma que o cenário atual é parecido com o de 1994, com polarização política e violência; a vitória da seleção traria alívio e esperança.
- Romário rebate críticas de ser preguiçoso, lembrando que o importante era marcar gols e manter desempenho em campo.
- Sobre a seleção, diz que há jogadores de alto nível nos clubes, mas nem sempre entregam o mesmo rendimento com a camisa brasileira; espera que atinjam pelo menos 80% do nível dos clubes.
Romário voltou a colocar o próprio nome entre as cinco maiores referências da história do futebol mundial. Em entrevista ao The Guardian, o ex-jogador posicionou-se ao lado de Pelé, Maradona, Messi, Cristiano Ronaldo e Ronaldo, afirmando que se premiaria com 11 de 10 como jogador. A declaração reacende o debate sobre o ranking dos grandes nomes do esporte no Brasil.
O Baixinho avaliou as chances do Brasil na Copa do Mundo de 2026, afirmando que a conquista poderia aliviar o clima político do país. Segundo ele, a vitória traria alívio e alegria a uma população que enfrenta polarização, violência e pressão social. Ainda assim, reconheceu a dificuldade de superar a competição.
Perspectiva sobre a história do futebol
Romário comparou o cenário atual do Brasil ao período da campanha que levou ao tetracampeonato de 1994. Conforme o ex-jogador, o país atravessa uma fase de grande desconfiança na Seleção, com narrativa política forte e recente violência. A projeção de título, para ele, seria um fator de mudança emocional para a população.
Em resposta a críticas ao seu comportamento durante a carreira, Romário rebateu a acusação de preguiça. Ele afirmou que, mesmo diante de críticas sobre a forma de treinar, seus gols atestaram seu rendimento ao longo da carreira.
Situação da Seleção Brasileira
Ao falar sobre o momento da Canarinho, Romário reconheceu que o Brasil produz bons jogadores em clubes de alto nível, mas acredita que nem sempre esses atletas rendem pela seleção. A esperança dele é que os atletas consigam manter pelo menos 80% do desempenho apresentado nos clubes quando atuarem pela seleção.
Segundo ele, a presença de titulares com destaque mundial precisa se traduzir em entrega uniforme em campo pela equipe nacional, para que o Brasil tenha chance de avançar em competições futuras.
Fonte de referência: entrevista ao The Guardian, com comentários sobre a seleção brasileira contemporânea, desempenho individual e a possível influência de uma vitória em Copas futuras.
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