- Wesley foi cortado da convocação da seleção brasileira por lesão de grau três no adutor da coxa esquerda, encerrando sua participação na Copa.
- Em seu lugar, foi chamado Éderson, meio-campista da Atalanta que está transferindo para o Manchester United, para substituir Casemiro.
- O texto sugere que Carlo Ancelotti formou um grupo desequilibrado para a Copa, o que compromete a formação do time.
- A análise aponta que usar apenas dois volantes pode deixar o meio vulnerável e tornar o time previsível pelas laterais; PH e Vitinho ficaram de fora da lista de cinquenta e cinco.
- Uma defesa alternativa é citada, com Alisson; Danilo (ou Ibáñez), Marquinhos, Gabriel Magalhães e Alex Sandro (ou Douglas Santos), ressaltando menor surpresa tática e maior previsibilidade.
O corte de Wesley da seleção brasileira, anunciado neste domingo (7), por lesão de grau 3 no adutor da coxa esquerda, coloca fim precoce à preparação para a Copa do Mundo. Ele não tem condições de retorno durante o torneio.
Em seu lugar, foi convocado o meio-campista Éderson, da Atalanta, que está transferindo ao Manchester United. A escolha busca preencher a lacuna deixada por Casemiro, segundo a comissão técnica.
Repercussões no meio-campo e na configuração tática
A lista inicial de 55 nomes incluía PH (Vasco) e Vitinho (Botafogo), que não foram chamados. A decisão mostrou uma prioridade por meio-campo para o momento, sem contemplar alternativas de lateral. A formação com Casemiro e Bruno Guimarães deixaria Paquetá e Danilo como opções, gerando bastante espaço no setor.
A partir disso, o banco de reservas pode depender de escolhas entre laterais defensivos e volantes. Com a presença de Paquetá no meio, há menos opções de pressão pelas beiradas se alguma peça machucar ou for suspensa. O desequilíbrio do grupo, segundo alguns observadores, exige ajustes para manter a pressão pelos lados.
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