- Messi ficou no banco no amistoso da Argentina contra Honduras, que terminou 2 a 0 para os argentinos, no último sábado.
- A decisão de poupá-lo foi tomada pela comissão técnica liderada por Lionel Scaloni, como parte da preparação para a Copa do Mundo de 2026.
- Messi vinha sendo monitorado após sentir desconforto muscular na coxa esquerda; exames não apontaram lesão e houve controle de minútos.
- Além de Messi, Emiliano Martínez, Rodrigo De Paul, Enzo Fernández e Julián Álvarez começaram o jogo no banco.
- A vitória serviu de teste tático e observação de atletas, com a expectativa de o camisa 10 estar totalmente à disposição na estreia do Mundial, que terá sede nos EUA, Canadá e México.
O amistoso entre Argentina e Honduras, disputado neste sábado (6), terminou com vitória argentina por 2 a 0. Lionel Messi ficou no banco de reservas durante toda a partida, que serviu como preparação para a Copa do Mundo de 2026.
A decisão de não utilizá-lo foi tomada pela comissão técnica liderada por Lionel Scaloni. Messi tem 38 anos e vinha sendo monitorado pelo departamento médico após desconforto muscular na coxa esquerda. Exames não indicaram lesão, mas houve controle de minutos para preservar o craque.
Além de Messi, outros titulares começaram no banco, entre eles Emiliano Martínez, Rodrigo De Paul, Enzo Fernández e Julián Álvarez. A estratégia foi manter a carga de treino sob controle sem comprometer o desempenho da equipe.
A Argentina controlou o jogo mesmo sem o camisa 10 e somou mais uma vitória em preparação para a Copa do Mundo, que acontecerá nos Estados Unidos, Canadá e México. A delegação pretende manter Messi disponível para a estreia, com o grupo em ritmo de treinamentos.
Preservação física e ajustes táticos
A seleção argentina utiliza o amistoso para ajustes táticos e observações individuais. Mesmo sem atuar desde o começo, Messi segue treinando com o elenco e deve manter a carga de treinos apropriada para os primeiros compromissos do torneio.
Com o título de campeão vigente, a Argentina chega ao Mundial sob pressão para defender a conquista de 2022. A comissão técnica busca manter a liderança de Messi e manter o time competitivo para a defesa do troféu.
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