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Ronaldo relembra convulsão na Copa de 1998

Ronaldo relembra convulsão antes da final da Copa de 1998; jogou, atuação apagada e Brasil perdeu o título

Ronaldo participou do programa deste domingo
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  • Ronaldo relembra convulsão ocorrida antes da final da Copa de 1998, quando a seleção enfrentou a França, perdendo por 3 a 0.
  • O atacante disputou o jogo após ficar comprovado que não havia risco grave para a saúde, chegando ao estádio 1h20 antes da partida.
  • O episódio foi citado pelo jogador durante participação no Domingão do Huck, onde ele descreveu a sequência desde a convulsão até a consciência retomada.
  • Ronaldo afirmou que, ao retomar a consciência, reclamou por não ter outro lugar para descansar antes de seguir para o confronto.
  • Mesmo em campo, formou dupla de ataque com Bebeto, teve atuação apagada e o Brasil acabou derrotado na decisão.

O atacante Ronaldo relembrou o episódio que ocorreu antes da final da Copa do Mundo de 1998, em Paris, durante participação no Domingão do Huck. A convulsão manteve a presença dele na dúvida até a divulgação da escalação do jogo contra a França.

A seleção brasileira perdeu por 3 a 0 a decisão, realizada no Stade de France, e Ronaldo, apesar de ter entrado em campo ao lado de Bebeto, teve atuação apagada. O episódio, considerado histórico, ganhou nova dimensão na memória da torcida.

Antes do jogo, Ronaldo relatou que, após o almoço, teve a convulsão aos poucos. Ele relembra ter retomado a consciência com apoio médico e de companheiros ainda no hospital. O relato reforça a tensão vivida pela equipe nos dias que antecederam a partida.

Reação e preparação para a final

Ronaldo descreveu o momento em que, mesmo com o quadro ainda incerto, lutou para ser liberado pela equipe médica. O objetivo foi manter a esperança de jogar e realizar exames que atestassem a condição de confronto final.

O atacante também mencionou que chegou ao estádio cerca de 1h20 antes do kickoff, procurou Zagallo e afirmou ter condições de atuar. A decisão deixou claro o desejo de continuar em campo e contribuir para o Brasil.

A atuação de Ronaldo na final ficou marcada pela pressão emocional e pelo contexto da convulsão. Mesmo com o esforço, o Brasil não garantiu o título na época, encerrando a trajetória da equipe na competição.

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