- O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan teve a entrada recusada ao chegar aos Estados Unidos para a Copa do Mundo e precisou retornar à Turquia.
- A negativa ocorreu por entraves relacionados ao visto de entrada; ele tentou usar passaporte diplomático, obtido via embaixada da Somália em Nairóbi, no Quênia, mas o documento não foi aceito pelas autoridades americanas.
- Artan tem 34 anos e é considerado um dos principais árbitros do continente africano.
- Em 2025, apitou a final da Liga dos Campeões da África entre Pyramids FC e Mamelodi Sundowns e foi eleito o melhor árbitro africano pela Confederação Africana de Futebol.
- FIFA não se pronunciou sobre o caso e o governo dos Estados Unidos não divulgou informações oficiais.
O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan, escalado para atuar em jogos da Copa do Mundo, teve a entrada negada ao chegar aos Estados Unidos. Agentes de imigração recusaram a passagem, e ele precisou retornar imediatamente à Turquia, de onde havia partilhado a viagem. A informação foi divulgada pelo jornalista Romain Molina, do The Guardian.
A negativa ocorreu por dificuldades com o visto de entrada. Tendo perdido a autorização convencional, Artan recorreu à embaixada da Somália em Nairóbi, no Quênia, e conseguiu um passaporte diplomático como alternativa. No momento da verificação migratória, porém, o documento não foi aceito pelas autoridades americanas.
Trajetória e reconhecimento
Aos 34 anos, Artan é visto como um dos principais árbitros do continente africano. Em 2025, apitou a final da Liga dos Campeões da África entre Pyramids FC e Mamelodi Sundowns e recebeu o prêmio de melhor árbitro africano, concedido pela CAF.
Ausência de posicionamento oficial
Até o momento, a FIFA não se pronunciou sobre o caso. O governo dos Estados Unidos também não divulgou informações oficiais ou esclarecimentos sobre a situação envolvendo o árbitro somali.
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