- Bruno Guimarães rebate projeções que colocam o Brasil fora dos favoritos da Copa do Mundo de 2026, dizendo que “ninguém tem cinco estrelas no peito”.
- Em coletiva no The Ridge, em Nova Jersey, o volante ressaltou que o Brasil segue entre os favoritos e tem jogadores de alto nível, como Vinícius Júnior e Raphinha.
- Ele citou que muita gente faz coisa para aparecer e que o time pensa jogo a jogo, buscando o melhor desempenho.
- Bruno lamentou o corte do lateral-direito Wesley, ocorrido a cinco dias da Copa, e desejou rápida recuperação ao jogador; Éderson pode reforçar o grupo.
- O jogador afirma que o Brasil é respeitado, especialmente na Inglaterra, e que a equipe é competitiva para buscar o título, sem prometer vitória certa.
Bruno Guimarães rebate projeções que colocam o Brasil fora do grupo de favoritos para a Copa do Mundo de 2026. Em entrevista coletiva no The Ridge, em Nova Jersey, o volante do Newcastle afirmou que o Brasil costuma figurar entre os favoritos e que ninguém tem cinco estrelas no peito.
O jogador comentou a reação a comentários de analistas e nomes públicos que apontaram dificuldades da equipe. Ele ressaltou que o time precisa jogar o melhor futebol possível, com Vini e Raphinha em destaque nos clubes em que atuam.
Apesar da reação às previsões, Bruno destacou que o Brasil continua respeitado internacionalmente. Segundo ele, o país é visto como rival a ser vencido e a equipe pensa jogo a jogo, mantendo o objetivo de chegar ao título.
Bruno Guimarães também comentou a saída recente de Wesley, lateral-direito da Roma, da lista de convocados. O jogador expressou solidariedade ao companheiro, ressaltando a tristeza pela ausência perto da Copa.
> A ausência de Wesley impacta o grupo, mas a equipe segue unida e com foco. O técnico e a comissão trabalham para ajustar a convocação, com Ederson entrando como substituto em várias funções, se necessário.
O meio-campista enfatizou ainda a confiança na evolução da equipe e na contribuição de Ederson, jogador da Atalanta, que pode atuar em diferentes posições. Ele ressaltou que a decisão final caberá ao treinador e à comissão técnica.
Bruno afirmou estar no auge da carreira, vivendo o que considera seu melhor momento. Ele reforçou que a seleção tem condições de competir com os melhores e que a chave é manter o foco nas partidas, sem ceder a pressões externas.
Entre na conversa da comunidade