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Copa 2026: qual é a lesão mais preocupante para jogadores de futebol?

Ruptura do ligamento cruzado anterior pode afastar jogadores por meses, impactando a preparação da seleção para a Copa do Mundo de 2026

Lesão do ligamento cruzado anterior pode exigir cirurgia e até oito meses de recuperação
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  • A ruptura do ligamento cruzado anterior é uma lesão grave no futebol, geralmente exige cirurgia e pode afastar atletas por meses.
  • O tema ganhou importância com Rodrygo fora da convocação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026 devido ao problema; na Copa de 2022, Lucas Hernández também se contundiu na estreia.
  • O LCA estabiliza o joelho, especialmente em acelerações, desacelerações e giros; lesões ocorrem geralmente durante torções e mudanças bruscas de direção.
  • Os sintomas costumam começar com um estalo no joelho, seguido de dor intensa, inchaço, dificuldade para apoiar o peso e sensação de instabilidade.
  • A recuperação envolve cirurgia por videoartroscopia com enxertos do próprio paciente, e o retorno costuma ficar entre seis e oito meses, variando por caso.

Em 2026, a lesão do ligamento cruzado anterior (LCA) continua entre as mais temidas no futebol. A ruptura costuma exigir cirurgia, meses de reabilitação e pode afastar atletas de grandes competições, incluindo a Copa do Mundo.

O caso recente envolve o atacante Rodrygo, que ficou fora da convocação da seleção brasileira para o torneio. Em edições anteriores, outros jogadores de destaque também foram cortados após trauma semelhante, como Lucas Hernández, em 2022.

O que é o ligamento cruzado anterior

O LCA estabiliza o joelho, especialmente em acelerações, mudanças de direção e giros. Lesões ocorrem principalmente durante torções, com o pé fixo no chão, em situações comuns no futebol.

Sintomas e diagnóstico

Geralmente há estalo no joelho, dor aguda e inchaço. A sensação de instabilidade e dificuldade para apoiar o peso são comuns, variando conforme a gravidade da ruptura.

Quem está em risco inclui atletas profissionais e amadores, com fatores como fraqueza muscular, sobrecarga e histórico de lesões. Aquecimento adequado e fortalecimento ajudam a reduzir riscos.

Tratamento e recuperação

Na maioria dos casos, a cirurgia é necessária. O procedimento é por videoartroscopia, com enxertos do próprio paciente para reconstruir o ligamento.

A recuperação envolve fisioterapia progressiva, primeiro para restabelecer movimentos e depois para fortalecer a musculatura. O retorno ao alto rendimento costuma levar seis a oito meses, variando por caso.

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