- Embarco para a oitava Copa do Mundo como comentarista e colunista esportivo ao vivo; o último Mundial que vi como jogador foi em 1986.
- Minha estreia na Globo como comentarista foi na Copa da França, em 1998, com jogos marcantes contra Itália e Holanda, no Stade Vélodrome, e final França x Brasil que acompanhei ao lado do Casseta & Planeta.
- Em 2002 acompanhei a campanha da seleção brasileira, incluindo a abertura França x Senegal, a vitória sobre a Inglaterra e a final Brasil x Alemanha, quando o país conquistou o pentacampeonato.
- Cobri ainda as Copas de 2006, na Alemanha, e de 2010, na África do Sul, quando viajei de Joanesburgo a Port Elizabeth; na África ressalto a visita à caverna de Sterkfontein.
- Entre 2014, com a derrota de 7 a 1 para a Alemanha, e 2018 na Rússia, passei por momentos marcantes, incluindo a Copa do Qatar em 2022 fora da Globo; sigo na expectativa de ver o Brasil campeão novamente em 2026.
Em 2026 o jornalista celebra a oitava Copa do Mundo coberta ao vivo, marcando mais uma passagem pela competição que acompanha desde 1998. O profissional já atuou como comentarista e colunista esportivo, com passagem anterior como jogador em 1986.
Iniciou a trabalho na Copa da França, quando integrou a equipe da Globo. Ao longo dos anos, cobriu momentos decisivos para o Brasil e destacou partidas históricas, como confrontos entre seleções italianas, holandesas e francesas. A experiência contempla etapas no Stade Vélodrome, em Marselha, e outros grandes palcos.
Trajetória e marcos
Ao longo de cinco Copas pela TV Globo, o jornalista acompanhou vitórias, derrotas e reviravoltas, incluindo a campanha brasileira que culminou no pentacampeonato em 2002. Também cobriu a eliminação brasileira na Alemanha 2006 e a emoção de eleger o Brasil campeão em 2010, na África do Sul, além de acompanhar a Copa do Catar em 2022 de outra perspectiva de produção.
Na década de 2000, atuou em partidas da seleção, como a decisão entre França e Itália em 2006, e destacou jogos que marcaram a memória, como a final França 3 x 0 Brasil em 1998 e a vitória italiana sobre a Noruega em 1990. O rapporto com a imprensa brasileira se consolidou em coberturas presenciais e análises para colunas.
Expectativas para 2026
A agenda do repórter prevê a cobertura da Copa do Mundo de 2026 com foco em o que acontece, quem está envolvido, onde e como os jogos se desenrolam. A expectativa é acompanhar o Brasil em busca de novo título, mantendo o tom objetivo e informativo das transmissões anteriores.
Entre as lembranças marcantes, o jornalista cita viagens de carro pela África do Sul e visitas a sítios históricos, além de experiências no Qatar. A vida profissional também envolve entrevistas, resumos e reportagens para veículos de imprensa diversos, sempre com linguagem neutra e factual.
Sobre a motivação profissional
A motivação permanece ligada ao prazer de cobrir grandes eventos esportivos e ao encontro de colegas de profissão de várias nacionalidades. O objetivo é manter o público informado com clareza, sem linguagem opinativa, destacando fatos e desdobramentos relevantes para a cobertura do torneio.
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