- A capa da revista francesa L’Équipe descreveu Gianni Infantino como um fantoche de Donald Trump, criticando a gestão na Fifa.
- A publicação questiona a política imigratória dos Estados Unidos e o conceito de universalidade da entidade.
- O árbitro Omar Abdulkadir Artan, de 34 anos, tentava apitar a Copa do Mundo nos EUA após uma longa viagem que partiu do Quênia via Turquia.
- Apesar de obter autorização prévia após mobilização nas redes, Artan foi barrado na imigração e precisou retornar à Turquia.
- A Fifa emitiu comunicado explicando que não tem autonomia para reverter decisões diplomáticas e confirmou o desligamento do árbitro.
O caso envolve o árbitro Omar Abdulkadir Artan, no foco de críticas à Fifa após ser impedido de atuar na Copa do Mundo. A decisão ocorreu enquanto Artan ainda tentava seguir para os EUA, sob forte mobilização de profissionais do esporte.
O jornal francês L Équipe chamou atenção para a capa desta quarta-feira (10), na qual Gianni Infantino aparece retratado como um fantoche de Donald Trump. A publicação questiona a postura da entidade diante das políticas de imigração norte-americanas.
Artan, de 34 anos, é apontado como um dos árbitros africanos de destaque. Ele começou a jornada no Quênia, passou pela Turquia e seguiu para os Estados Unidos com autorização prévia, obtida após pressão nas redes sociais.
A entrada no aeroporto dos EUA, porém, foi negada pelos agentes de imigração, levando o árbitro a retornar para a Turquia. A Copa do Mundo fica sem a atuação dele na fase de jogos programados.
A assessoria da Fifa informou que não tem autonomia para reverter decisões de caráter diplomático e que o desligamento não depende de a entidade intervir. A nota pública reforçou a posição institucional.
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