- A CBF anunciou a mudança na chefia da Comissão de Arbitragem: Sandro Meira Ricci assume o posto, substituindo Rodrigo Cintra.
- A troca faz parte das reformulações promovidas pela gestão de Samir Xaud e deve levar a novas saídas na equipe nos próximos dias.
- Sandro Meira Ricci tem passagem de mais de quinze anos como árbitro internacional e atuou na Copa do Mundo de 2018; hoje trabalha como analista de arbitragem na Major League Soccer (MLS).
- Ele já tinha ligação com o atual projeto da arbitragem brasileira, integrando, em 2025, o comitê internacional de especialistas criado pela gestão de Cintra.
- A intenção é manter o gerente técnico do VAR, Péricles Bassols, e reavaliar processos internos para ajustar a estrutura da arbitragem nacional.
A CBF confirmou uma mudança na estrutura da arbitragem: Rodrigo Cintra deixou a presidência da Comissão de Arbitragem, e Sandro Meira Ricci foi anunciado como o novo responsável pelo setor. A decisão, anunciada pela diretoria sob comando de Samir Xaud, integra um conjunto de reformulações desde a troca na gestão.
Cintra ocupava o cargo desde fevereiro de 2025, após ser escolhido pelo então presidente Ednaldo Rodrigues. Durante o período, participou do processo de profissionalização da arbitragem brasileira, iniciado na gestão atual e fortalecido em 2026.
Recentemente, Cintra esteve na Granja Comary para uma palestra com a comissão técnica da seleção e jogadores, com foco na atualização das regras da Fifa antes da Copa do Mundo. O encontro reforçou o alinhamento entre arbitragem e o time nacional.
Sandro Meira Ricci assume comando
Ricci, que atuou como árbitro internacional por mais de 15 anos, comandará uma área com histórico de mudanças frequentes. Ele apitou Libertadores, Copa América, Mundial de Clubes e integrou a Copa do Mundo de 2018 na Rússia. Após encerrar a carreira, passou a atuar como analista na MLS.
A nomeação já contou com a participação de Ricci no comitê internacional de especialistas criado pela gestão de Cintra em 2025. A decisão sinaliza continuidade de revisão de processos internos na arbitragem nacional.
A reforma não deve parar por aí. Pessoas ligadas ao setor indicam substituições de parte da equipe que chegou com Cintra. Mantido, pelo menos por ora, o gerente técnico do VAR, Péricles Bassols, que permanece no cargo.
Desde 2020, a arbitragem brasileira já teve quatro dirigentes. Entre 2016 e 2019 estiveram Coronel Marinho e, depois, Leonardo Gaciba; de 2022 a 2025, Wilson Seneme ocupou o posto; Cintra ficou pouco mais de um ano. Ricci assume em meio a debates sobre padronização e qualidade dos arbitragens.
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