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Filho de Gaúcho da Copa revela rotina de jogo: acordar e deixar o bigode na régua

Gustavo Fernandes, filho do Gaúcho da Copa, segue o legado na arquibancada e não viajará à Copa de 2026 para ficar com a filha recém-nascida

Gustavo e Frank continuam o legado do Gaúcho da Copa
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  • Gustavo Fernandes, filho do Gaúcho da Copa, mantém o legado com o irmão Frank Damasceno e leva a história aos estádios.
  • O pai, Clóvis Acosta Fernandes, torcedor-símbolo da seleção, faleceu em 2015 de câncer depois de acompanhar o Brasil em sete Copas.
  • Nesta Copa, Gustavo não viajará aos EUA, México e Canadá por conta do nascimento da filha Eva; Frank irá presencialmente.
  • Entre os rituais, está acordar com o bigode cuidado, usar chapéu polido e manter a taça em destaque; a imagem do pai chorando após o 7 a 1 de 2014 ficou marcada.
  • A história dos Gaúchos na Copa já é reconhecida pela Fifa; familiares contam com apoio de “anjos” que ajudam durante os Mundiais.

Gustavo Fernandes, filho do torcedor conhecido como Gaúcho da Copa, mantém a tradição da família na arquibancada. Com bigode, chapéu e réplica da taça, ele reforça o legado do pai, falecido em 2015. Clóvis Acosta Fernandes acompanhou a seleção em sete Copas do Mundo e em outras competições, viajando por mais de 60 países.

Gustavo é gremista como o pai e já compareceu a Mundiais com o irmão Frank Damasceno. Os dois estiveram presentes nas Copas de 2018 na Rússia e 2022 no Catar, mantendo o ritual que marcou a família ao longo dos torneios.

O novo Mundial, no entanto, terá diferença: Frank estará presente, enquanto Gustavo não viajará aos Estados Unidos, México e Canadá por ter acabado de nascer a filha Eva, há uma semana. A família afirma que a taça será, neste mundial, nos braços da filha.

Legado e tradições

Em entrevista ao R7, Gustavo explicou que a preparação para o dia de jogo envolve deixar o bigode na régua, fazer a barba com cuidado, escovar o chapéu e polir a taça. Ele ressaltou que o legado do pai ganhou visibilidade mundial após o impacto da derrota de 7 a 1 para a Alemanha em 2014, quando Clóvis chorou ao abraçar a réplica da taça.

A família recebe apoio de “anjos” que ajudam na hospedagem durante os Mundiais. Gustavo lembrou que essa rede de acolhimento é um marco da história da dupla, com exemplos de acolhimento em Copacabana durante a preparação para copas subsequentes. A Fifa já reconheceu a história como marcante para a torcida da seleção brasileira.

Além do Brasil, os gaúchos da Copa também contribuíram para a relação entre torcedores de diversas partes do mundo com o legado da família, inclusive em países como Brunei e Cazaquistão. A entrevista também destacou a alegria de ver Weverton convocado para a seleção, mesmo com dúvidas sobre titularidade.

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