Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Infantino vira marionete de Trump em capa francesa que critica Copa nos EUA

L'Équipe ironiza Infantino como marionete de Trump em capa que critica políticas antimigração dos EUA e impactos na Copa do Mundo

Capa do jornal francês "L'Équipe" critica Fifa e Copa nos Estados Unidos — Foto: Divulgação
0:00
Carregando...
0:00
  • A capa do jornal francês L’Équipe critica Gianni Infantino, presidente da Fifa, e ironiza a atuação dos EUA na Copa do Mundo, destacando a manchete “Bem-vindos aos EUA”.
  • O texto ressalta o peso da política antimigratória norte-americana para a organização do torneio.
  • O árbitro Omar Abdulkadir Artan, da Somália, foi escalado pela Fifa, mas foi proibido de entrar nos Estados Unidos após 11 horas de entrevista na imigração e acabou voltando ao país de origem.
  • O iraquiano Aymen Hussein foi detido por cerca de sete horas na imigração ao chegar aos EUA, antes de ter entrada liberada.
  • O fotógrafo da seleção do Iraque teve o visto negado na chegada e foi deportado para Bagdá.

O jornal francês L’Équipe publicou nesta quarta-feira uma capa que critica a participação dos Estados Unidos na Copa do Mundo e aponta relações entre Gianni Infantino e a política externa americana. A manchete ironiza a ideia de universalidade da Fifa diante das ações migratórias do país.

Entre as matérias mencionadas pelo veículo, está o caso do árbitro Omar Abdulkadir Artan, da Somália. Ele foi escalado pela Fifa para atuar na Copa, mas enfrentou 11 horas de entrevista no setor de imigração, ficou detido e acabou impedido de entrar no país, retornando ao seu estado de origem.

A cobertura também destaca episódios envolvendo a seleção iraquiana. O principal jogador Aymen Hussein ficou sob detenção por cerca de sete horas na imigração ao chegar aos EUA, antes de receber liberação para seguir para a competição.

Além disso, o jornal relata que o fotógrafo da equipe iraquiana teve o visto negado na chegada e foi deportado para Bagdá. A sequência de ocorrências é apresentada como crítica internacional ao tratamento de atletas e equipes na passagem pelo território americano.

A edição repercute ainda a posição adotada pelos EUA em matéria de políticas migratórias, comparando-a com promessas de abertura associadas ao Mundial. A repercussão ocorre em meio a debates sobre isonomia de participação e acessos para delegações de diferentes países.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais