- A Copa do Mundo de 2026 terá quarenta e oito seleções e cento e quatro jogos em dezesseis cidades-sede no México, Canadá e Estados Unidos, com cento e quarenta e oito jogadores em disputa.
- Um caso chamativo é o dos irmãos Theo e Lucas Hernández, que defendem a França; ambos atuam como laterais esquerdos.
- Leandro e Juninho Bacuna, nascidos na Holanda, defendem Curaçao e ocuparam papéis importantes na classificação inédita da seleção caribenha.
- Deroy e Laros Duarte também nasceram na Holanda e defendem a Holanda, tendo passado pela base do Sparta e atuando juntos no profissional.
- Outros irmãos em disputa incluem Guéla e Desire Doue (França e Costa do Marfim), Iñaki Williams (Gana) e Nico Williams (Espanha), além de John e Harry Souttar (Escócia e Austrália). Jurrien Timber foi cortado, deixando os irmãos rivais entre si em menor número.
A Copa do Mundo de 2026 terá 48 seleções e 104 jogos, disputados em 16 cidades do México, Canadá e Estados Unidos. Em meio ao torneio, sete pares de irmãos integram a lista de jogadores, atuando inclusive por seleções diferentes.
Entre os casos mais notáveis estão Theo e Lucas Hernández, da França. Ambos atuam como laterais esquerdos, com Lucas titular em 2022 e Theo assumindo a posição após a lesão dele. Hoje, seguem competindo por países distintos em outras competições.
Na Curaçao, Leandro e Juninho Bacuna construíram uma linha de liderança na equipe, descendentes de holandeses que optaram pela nação de origem da família. Leandro aparece como jogador com mais partidas pela seleção, enquanto Juninho seguiu o caminho do Groningen.
Deroy e Laros Duarte representam outra dupla da Holanda que escolheu defender o país de nascimento dos familiares. Ambos atuam hoje em ligas diferentes, tendo passado pela base do Sparta Rotterdam.
Irmãos que disputam ligas europeias também aparecem: Guéla e Desire Doué, que se enfrentaram recentemente na França. Enquanto Desire atua pelo PSG, Guéla defende o Strasbourg e já protagonizou curva de confronto pela seleção francesa.
Iñaki Williams e Nico Williams vivem situação semelhante, defendendo seleções distintas no Mundial: Iñaki pela Gana, país de origem dos pais, e Nico pela Espanha, onde nasceram. Ambos passaram pela base do Athletic Bilbao.
John e Harry Souttar formam outra dupla com trajetórias paralelas: representarão Escócia e Austrália, respectivamente, reforçando o histórico de laços familiares no futebol internacional.
Os únicos irmãos com sobrenomes diferentes são Brian Brobbey, da Holanda, e Derrick Luckassen, de Gana. Nascidos em Amsterdã, Derrick herdou o sobrenome da mãe e optou pela seleção africana.
Mudanças e contextos
A lista mostra, ainda, o cenário de disputas entre irmãos que, ao longo de carreiras, às vezes se cruzam em clubes e seleções distintas, revelando a forte tradição familiar no esporte. Muitas dessas escolhas refletem origens, oportunidades e vínculos culturais.
Fontes apontam que o Mundial 2026 será marcado por encontros entre países de origem dos familiares, com destaque para rivalidades em campo e em competições de clubes, onde esses irmãos também costumam atuar lado a lado ou frente a frente.
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