- O Departamento de Segurança Interna informou que a seleção do iran não entrará nos EUA apenas no dia do jogo; poderá chegar um dia antes de cada uma das três partidas na copa.
- A equipe treina em tijuana, mx, e enfrentará New Zealand, Belgium e Egito nas duas primeiras partidas em los angeles e a terceira em seattle.
- Vistos foram concedidos a todos os jogadores na sexta-feira, dez dias antes da primeira partida, após semanas de incerteza.
- Ainda assim, parte da delegação iraniana não recebeu vistos, incluindo membros da comissão técnica e administrativa, segundo a federação iraniana de futebol.
- Em declarações, o embaixador iraniano no méxico criticou as autoridades dos EUA por negóciar vistos a alguns membros, mas afirmou que os vistos recebidos não impedem a viagem ou pernoite.
O Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS) informou que a seleção iraniana de futebol poderá entrar nos Estados Unidos na véspera de cada uma das suas três partidas na Copa do Mundo, mantendo o treinamento em Tijuana, no México.
Segundo o DHS, não haverá exigência de entrada no mesmo dia do jogo. Em comunicado, o órgão negou as informações divulgadas no fim de semana sobre a necessidade de pernoitar fora do país entre uma partida e outra.
O embaixador do Irã no México, Abolfazl Pasandideh, afirmou à Reuters que os vistos concedidos a alguns membros da delegação não impedem a permanência no país, ainda que alguns integrantes-chave não tenham recebido visto até então.
O governo americano informou que, após semanas de incerteza, todos os jogadores receberam vistos na sexta-feira, cerca de 10 dias antes do primeiro duelo. A federação iraniana aponta ainda que parte da comissão técnica permanece sem vistos, o que gerou questionamentos sobre logística.
A seleção do Irã estreia contra a Nova Zelândia em Los Angeles no dia 15 de junho, enfrenta a Bélgica também na cidade no dia 21 de junho e encerra a fase de grupos contra o Egito em Seattle no dia 26 de junho.
Treinos do time estavam originalmente previstos para ocorrer no Arizona, mas foram alterados após tensões regionais entre EUA, Israel e o Irã, iniciadas em fevereiro. A situação logística foi alvo de debates entre autoridades iranianas e norte-americanas.
As informações foram divulgadas pelo DHS e pela imprensa ainda sem conclusão sobre impactos na performance da equipe, em meio a anúncios oficiais que evitaram especulações.
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