- Árbitro Omar Abdulkadir Artan, escalado pela FIFA para a Copa do Mundo, teve a entrada negada nos Estados Unidos e foi afastado do torneio.
- Ao chegar a Mogadíscio, capital da Somália, Artan foi recebido por centenas de apoiadores e autoridades, que agitavam bandeiras do país.
- Artan afirmou que estará presente na próxima edição da Copa, se Deus quiser, e pediu que o público somali mantenha a confiança.
- A FIFA disse não ter como influenciar decisões de imigração do país anfitrião; caberá ao governo dos EUA decidir quem entra.
- A Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos informou que a decisão ocorreu por preocupações com verificação de antecedentes, sem detalhes adicionais.
- A medida gerou críticas internacionais; a Somália está entre países com restrições de viagem associadas à política anti-imigração dos EUA.
O árbitro Omar Abdulkadir Artan, escalado pela Fifa para a Copa do Mundo, teve a entrada negada nos Estados Unidos ao chegar ao Aeroporto de Miami. Segundo autoridades, a decisão ocorreu por questões relacionadas à verificação de antecedentes, sem detalhes divulgados. A decisão impediu sua participação no torneio.
Artan foi recebido por centenas de apoiadores e autoridades ao desembarcar em Mogadíscio, capital da Somália, nesta quarta-feira. A multidão agitava bandeiras somalis, enquanto o árbitro afirmou que pretende estar presente na próxima edição da Copa.
A Fifa informou que não tem competência para influenciar decisões de imigração do país anfitrião, que define quem recebe vistos. A embaixada da Somália no Quênia disse que Artan já possuía visto para viajar aos EUA poucos dias antes. A discussão envolve políticas de imigração e a organização do Mundial.
Reação e contexto
A negativa de visto gerou críticas internacionais e levantou questões sobre a capacidade dos EUA de sediar o torneio. A Somália figura entre países com restrições de viagem adotadas pelo governo americano. Autoridades e aliados destacam a autonomia dos Estados anfitriões.
Entre na conversa da comunidade