- Folarin Balogun, 24 anos, é o ponto focal do ataque da seleção dos EUA; o impacto dele depende de como o time constrói a jogada e onde isso ocorre.
- Nas redes de amistosos desde o último verão, ele teve em torno de 26,4 toques por 90 minutos, com 24,1% desses toques na zona de finalização, em jogos contra Japão, Equador e Senegal.
- O uso pelo técnico Mauricio Pochettino, ao mudar o desenho, favoreceu a entrada dele pela esquerda, mas pode deixar Balogun isolado quando o meio fica congestionado.
- No jogo contra Paraguai, Balogun teve apenas 15 toques em 75 minutos, mas decidiu a jogada ao final ao receber um rebote e finalizar no poste próximo.
- O time precisa manter serviço ao atacante com frequência e disponibilidade de jogadores de meio-campo e alas para explorar as oportunidades, conforme Balogun destacou que cada jogo é diferente.
Folarin Balogun é o ponto focal do ataque da seleção dos Estados Unidos, atuando com ou sem a bola conforme a construção de jogadas. O desempenho do Monaco depende de como o time alinha as saídas de jogo e onde esse avanço começa.
O atacante tem 24 anos, nasceu em Nova York e foi criado em Londres. Na última temporada, terminou em quarto na Ligue 1 com 13 gols, e ganha projeção para a Copa do Mundo em casa.
Acompanhado pela expectativa dos fãs, Balogun tem atuado em pelo menos 45 minutos em seis dos 10 amistosos desde a última Gold Cup, todos contra adversários da fase de Copa do Mundo. Ao todo, soma 423 minutos, com 26,4 passes por 90 minutos.
Em 24,1% de suas ações, Balogun aparece dentro da área adversária, com destaques de nove toques contra o Japão, oito contra o Equador e seis em um período de 45 minutos diante do Senegal.
Desempenho recente e ajustes de sistema
Os amistosos finais, contra o Senegal e a Alemanha, foram vistos como testes importantes para o entrosamento. A atuação contra a Alemanha evidenciou um eixo de construção pela esquerda, com a circulação de Tim Ream para a esquerda e Antonee Robinson.
Esse circuito pela esquerda facilita a participação de Christian Pulisic, porém pode deixar Balogun isolado em alguns momentos, caso a equipe tente recuperar a posse no campo central. Ainda assim, a mobilidade do atacante compensa a menor presença na construção.
Balogun tem perfil de atacante mais avançado, com menos participação no meio-campo e na defesa. Em jogos de alto nível, a necessidade de finalizações resulta em maior protagonismo dele quando os_SERVICE saem.
Perspectiva para o jogo contra Paraguai
O primeiro rival da fase de grupos é o Paraguai, que visitou os EUA em novembro passado, numa vitória por 2 a 1 em que Balogun marcou o segundo gol. Naquele encontro, a seleção americana teve desfalques relevantes e Balogun recebeu poucas chances.
Para a partida seguinte, espera-se que o time utilize os meias ofensivos e os alas para alimentar Balogun, acelerando a distribuição de passes. Mesmo com uma atuação menos ativa na troca de passes centrais, Balogun mostrou que pode aproveitar oportunidades em jogadas rápidas.
Balogun afirma encarar cada jogo como único e manter o foco para gerar oportunidades e finalizar. A expectativa é de que o atacante tenha mais chances de finalização conforme o USMNT melhora a leitura de quem está no apoio e no pivô.
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