Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Casagrande afirma que grandes jogadores já não têm mais importância para a FIFA

Casagrande diz que a FIFA prioriza vender a Copa sobre atletas, levantando críticas à proteção física e à ideia de inclusão, sob interesses políticos

Presidente da FIFA Gianni Infantino com a taça da Copa do Mundo nos Estados Unidos
0:00
Carregando...
0:00
  • Walter Casagrande afirma que a FIFA não vê mais os grandes jogadores como prioridade, vendendo a Copa do Mundo como produto comercial independentemente de quem joga.
  • Ele citou restrições de entrada nos Estados Unidos como exemplo de que a entidade não protege atletas nem a ideia de inclusão no esporte.
  • Casagrande também associou o Mundial a interesses políticos e comerciais, mencionando Donald Trump e Gianni Infantino, com a integridade física ficando em segundo plano.
  • Danilo Lavieri disse que, se estrelas como Mbappé, Messi, Cristiano Ronaldo, Neymar e Yamal pressionassem por condições iguais, poderiam influenciar, ainda que seja utópico.
  • Mauro Cezar Pereira afirmou que há silêncio entre as seleções e que ex-jogadores se manifestam mais, sugerindo alienação entre atletas convocados.

Walter Casagrande afirmou que a Fifa prioriza o aspecto comercial da Copa do Mundo, independentemente de quem esteja em campo. A declaração foi feita durante o programa UOL News Esporte, do Canal UOL, ao comentar as restrições de entrada nos Estados Unidos.

Segundo o ex-jogador, a entidade estaria priorizando o negócio da competição em detrimento da proteção aos atletas e da ideia de inclusão pelo esporte. Ele diz que o foco atual é vender o evento e manter o interesse de diferentes mercados.

A fala de Casagrande indica uma crítica ao modelo da Fifa, sugerindo que a integridade física dos jogadores e o valor da competição ficam em segundo plano diante de objetivos comerciais e políticos. O comentarista cita nomes de peso para ilustrar a pressão por resultados.

Análise de outros comentaristas

Danilo Lavieri concorda que a Fifa parece não valorizar os atletas, e aponta a necessidade de união entre jogadores para exigir condições iguais. Ele admite que a mobilização seria difícil, mas vê como uma forma de pressão sobre a entidade.

Lavieri sugeriu que se grandes estrelas apresentassem uma posição comum, poderia haver impacto, mesmo reconhecendo a dificuldade prática de uma cooperação tão ampla entre elenco e arbitragem.

Mauro Cezar Pereira reforçou a percepção de baixo engajamento entre atletas convocados. Ele observou que há maior manifestação de ex-jogadores em temas relacionados, enquanto os atletas em atuação aparecem mais silenciosos.

Contexto das manifestações

Pereira aponta ainda para uma possível alienação entre os atletas das seleções, associada à cobertura midiática e a interesses diversos. A discussão envolve também a forma como as seleções se posicionam em relação a direitos iguais e condições de competição.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais