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EUA dizem que árbitro somali impedido de entrar teria vínculos com terrorismo

Arbitro somali Omar Abdulkadir Artan foi impedido de entrar nos EUA para a Copa de 2026 após alegação de vínculos com suspeitos de organizações terroristas

O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan, no retorno a Mogadíscio nesta quarta-feira (10) (Foto: SAID YUSUF WARSAME/EFE/EPA)
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  • O governo dos Estados Unidos alegou que o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan teria vínculos com suspeitos de organizações terroristas, o que levou à recusa de sua entrada pelos agentes da Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP) para apitar jogos da Copa do Mundo de 2026.
  • De acordo com o The Independent, um funcionário anônimo do governo Trump disse que a CBP identificou informações depreciativas após uma inspeção detalhada.
  • Artan informou ter passado por uma entrevista de imigração de 11 horas antes da decisão de negar a entrada.
  • O árbitro foi eleito o melhor árbitro da África em 2025 e seria o primeiro somali a apitar em uma Copa do Mundo.
  • Nesta quarta-feira, Artan foi recebido por apoiadores em Mogadíscio e afirmou que, se Deus quiser, estará presente na próxima Copa, negando vínculos com terrorismo segundo o The Telegraph.

O governo dos EUA afirmou que o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan teve a entrada negada nos Estados Unidos no fim de semana, antes de apitar jogos da Copa do Mundo de 2026. A CBP alegou vínculos com suspeitos de organizações terroristas, o que motivou a decisão de recusa de entrada.

Segundo o The Independent, um funcionário anônimo do governo disse que houve uma inspeção mais detalhada e surgiram informações depreciativas ligando Artan a indivíduos ligados ao terrorismo. O porta-voz afirmou que o país não permitirá ameaças à segurança entrarem.

Artan, eleito o melhor árbitro da África em 2025, seria o primeiro somali a apitar em uma Copa. Ele relatou ter passado por uma entrevista de imigração de 11 horas antes da negativa de entrada. Nesta quarta, retornou a Mogadíscio e recebeu apoio de simpatizantes.

Artan negou vínculos com o terrorismo, conforme publicado pelo Telegraph. Ao chegar à capital somali, prometeu participar da próxima Copa, caso haja oportunidade, sem mencionar detalhes sobre o caso nos EUA.

Contexto e desdobramentos indicam que a decisão é mantida pelas autoridades de imigração até novo exame de elegibilidade. Não há confirmação oficial de novas investigações ou de impactos na participação de outros árbitros da região.

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