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Grandes seleções mudam perfil; Copa terá duelo entre técnicos de ponta

Copa de 2026 reunirá técnicos de clubes de ponta, elevando o nível das seleções e tornando a competição mais disputada

Carlo Ancelotti é um dos treinadores medalhões que estreiam em Mundiais
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  • Grandes seleções fizeram apostas em treinadores de clubes de ponta para a Copa do Mundo de 2026, como Carlo Ancelotti, Thomas Tuchel, Julian Nagelsmann e Mauricio Pochettino.
  • Além desses, Didier Deschamps e Lionel Scaloni, com histórico de conquistas, também comandam equipes nacionais na competição.
  • A Copa de 2026 será realizada pela primeira vez em três países (Canadá, Estados Unidos e México) e terá formato expansionista.
  • O torneio terá 48 seleções, mais de 1.200 jogadores inscritos e 104 partidas, superando edições anteriores.
  • O pontapé inicial ocorre amanhã, 11 de junho, no Estádio Azteca, com México versus África do Sul; a final será em 19 de julho, em Nova Jérsei (Estados Unidos).

Para tentar encerrar um jejum de 24 anos, o Brasil aposta forte em Carlo Ancelotti, técnico com títulos em cinco ligas nacionais e três Champions. A estratégia também envolve outros treinadores de clubes de ponta que comandam seleções no Mundial-2026.

Além de Ancelotti, o torneio traz Thomas Tuchel, Julian Nagelsmann e Mauricio Pochettino, técnicos com passagem vitoriosa por clubes europeus de alto desempenho. Todos chegam com currículo de grandes ligas e Europa da elite.

Tuchel, atual técnico da Inglaterra, já venceu a Champions com o Chelsea e teve final de Liga dos Campeões com o PSG. Nagelsmann comanda a Alemanha desde 2023, título alemão pelo Bayern e semifinal da Champions com o Leipzig. Pochettino esteve no PSG, Tottenham e Chelsea.

Didier Deschamps, visto como possível candidato ao Real Madrid, já tem título mundial com a França em 2018 e foi vice em 2022. Lionel Scaloni, da Argentina, assume de forma sólida após o título da Copa do Qatar em 2022, mantendo a construção coletiva da equipe.

A Copa-2026 se destaca pela ausência da Itália e pela incerteza envolvendo o Irã, ainda em conflito com os EUA. Pela primeira vez, jogos ocorrem em três países: Canadá, EUA e México.

O torneio terá recordes: 48 seleções, frente a 32 das últimas edições; mais de 1.200 jogadores inscritos e 104 partidas. O pontapé inicial será amanhã, 11 de junho, no estádio Azteca, na Cidade do México, entre México e África do Sul.

A final está marcada para 19 de julho, nos Estados Unidos, em Nova Jérsei. A edição amplia o alcance geográfico e coloca treinadores de elite ainda mais expostos ao cenário das seleções nacionais.

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