- Mehdi Taj, presidente da Federação Iraniana de Futebol, teve o visto negado pelos Estados Unidos e não poderá acompanhar a seleção nos compromissos disputados no país.
- Taj integrou a Guarda Revolucionária do Irã, considerada organização terrorista pelos governos dos Estados Unidos e do Canadá.
- O visto concedido aos 26 jogadores iranianos permite apenas entrada temporária para treinamentos e partidas; não inclui pernoite nos Estados Unidos.
- A delegação chegou a Tijuana, no México, e complica a logística inicial de ficar em Tucson, no Arizona, onde disputará os três primeiros jogos.
- A Copa do Mundo de 2026 ocorrerá no verão americano, com calor extremo e previsões de paralisações por chuva e raios, segundo autoridades e FIFA.
O presidente da Federação Iraniana de Futebol, Mehdi Taj, teve o visto negado pelos Estados Unidos e não poderá acompanhar a seleção nos compromissos disputados no país. Taj integra a Guarda Revolucionária do Irã, grupo militar classificado como organização terrorista pelos EUA e pelo Canadá.
A negativa ao dirigente ocorre devido ao histórico dele na Guarda Revolucionária, criada após a Revolução Islâmica de 1979. Taj já havia tido impedimento semelhante no mês anterior, ao ficar de fora do Congresso da FIFA, em Vancouver.
De acordo com o embaixador do Irã no México, o visto concedido aos 26 jogadores permite apenas entrada temporária para treinamentos e jogos. A autorização não autoriza pernoites nos EUA, o que obriga a delegação a retornar a Tijuana após cada atividade.
A delegação iraniana chegou neste domingo a Tijuana, visando a primeira fase da Copa do Mundo. Inicialmente, o plano era hospedagem em Tucson, no Arizona, onde ocorrerão os três primeiros jogos, mas a logística foi alterada pela situação regional.
A Copa do Mundo de 2026 ocorre no verão norte‑americano, período de altas temperaturas e temporais. Autoridades e a FIFA já preveem possíveis paralisações de partidas por condições climáticas extremas.
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