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A volta do bigodinho ganha destaque na moda

Seleção brasileira volta a usar bigodinho, tendência que reaparece entre atletas e ilustra o papel do mercado na circulação de modas

Ruy Castro
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  • A volta do bigodinho, moda que ficou fora desde os anos cinquenta, aparece entre atletas da seleção brasileira.
  • O bigodinho é uma nesga de pelos rente ao lábio superior, com menos de 1 centímetro de altura e sem mais nada entre ele e o nariz.
  • Historicamente ganhou notoriedade com Clark Gable; Little Richard foi o último a usar o estilo nos anos cinquenta.
  • A explicação de mercado é que modas retornam porque o público já reconhece o visual, mesmo sem comprar um produto específico.
  • Na seleção brasileira atual, estão com bigodinho os jogadores Rayan, Gabriel Magalhães, Bruno Guimarães, Ibañez, Marquinhos, Martinelli, Raphinha, Endrick e Éderson (substituto de Wesley).

O retorno do bigodinho ganhou destaque na seleção brasileira, com jogadores adotando o visual há pouco tempo. A reprise da moda, que ficou apagada desde os anos 1950, é observada durante a preparação para jogos e amistosos. A curiosa tendência não depende de produtos vendidos, apenas de estilo.

Especialistas apontam que o bigodinho, menor que 1 centímetro e rente ao lábio, voltou a aparecer entre atletas. Exige apenas poucos cuidados básicos com o sabão, o pincel e a lâmina de barbear. A retomada é vista como parte de um movimento de nostalgia fashion.

A história mostra que o bigodinho foi popular no cinema e na música até meados do século passado, quando grandes ícones inspiraram fãs a imitá-lo. O que era visto como símbolo de carisma volta a ganhar espaço entre jovens públicos e atletas.

Bigode na seleção

Entre os nomes que integram o elenco, aparecem Rayan, Gabriel Magalhães, Bruno Guimarães, Ibañez, Marquinhos, Martinelli, Raphinha, Endrick, Wesley e o substituto Éderson. Todos aparecem com o traço discreto, segundo registros de treinos e clubes.

A presença do bigodinho entre esses jogadores é tratada pela imprensa esportiva como tendência estética, não como obrigação ou posição tática. A ideia é apenas o retorno de um estilo clássico que resiste ao tempo.

O debate sobre a moda envolvendo o bigodinho se conecta a discussões sobre identidade visual no esporte. A reportagem acompanha como a escolha de estilo pode influenciar a percepção do público e a marca pessoal de cada atleta.

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