- Alisson disputará a terceira Copa do Mundo em 2026, tornando-se o brasileiro com mais participações entre goleiros.
- Ele deve equalizar as marcas históricas de Gilmar dos Santos Neves e Taffarel.
- Em entrevista, o goleiro disse sentir-se honrado e destacou o objetivo de integrar o grupo dos campeões, além dos números.
- O camisa 1 reconheceu que a chegada de Carlo Ancelotti mudou o ambiente da Seleção, trazendo mais tranquilidade e foco no futebol, com foco na estreia contra Marrocos.
- Alisson comentou sobre as cobranças naturais do cargo, elogiou Weverton e afirmou que não traça planos de longo prazo, atuando como se fosse a última Copa.
Em 2026, Alisson Becker disputará a terceira Copa do Mundo de sua carreira, alcançando recorde entre goleiros brasileiros. A confirmação ocorreu na preparação para o Mundial, com o arqueiro mantendo o protagonismo da Seleção e igualando marcas históricas de Gilmar dos Santos Neves e Taffarel.
O goleiro enfatizou a honra de dividir a história da camisa 1 com ídolos da seleção e ressaltou o objetivo de conquistar o título mundial ao lado dos colegas.
Alisson destacou que o foco atual não é o número de Copas, e sim fazer parte de um grupo campeão. Seu objetivo coletivo permanece vencer o Mundial, junto aos demais convocados.
Ancelotti transforma o ambiente
O camisa 1 apontou que o ciclo recente da seleção teve dificuldades, mas a chegada de Carlo Ancelotti mudou o cenário. O técnico italiano foi creditado por trazer tranquilidade e um ambiente de trabalho mais centrado no futebol.
Segundo o goleiro, a convivência sob a nova leadership transmite confiança e evita polêmicas, o que pode fazer diferença já na estreia contra Marrocos.
A confiança, criada durante a preparação, é vista como determinante para a competição que se aproxima. A estreia contra Marrocos é citada como o primeiro teste desse novo momento.
Cobranças e concorrência
Alisson afirmou que as cobranças são naturais para quem veste a camisa da seleção. Ele ressaltou que as críticas precisam ser pautadas em desempenho técnico e psicológico, sem perder o foco no dia a dia.
Sobre a convocação de Weverton, o goleiro elogiou o colega e lembrou que há espaço para os demais goleiros no grupo. Todos os atletas citados teriam meritocracia para integrar a lista final.
Quando questionado sobre uma possível continuidade até os 40 anos, o jogador evitou planos de longo prazo. Disse que prefere encarar cada Copa como se fosse a última oportunidade.
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