- A três dias da estreia contra Marrocos, a seleção brasileira está em isolamento para reduzir tensão e manter a concentração até o jogo de sábado.
- O grupo segue cronograma rígido de acordar, comer, treinar e participar de reuniões, com contato restrito com familiares e amigos.
- Dentro do hotel, há atividades como pingue-pongue, truco, games de tiro em primeira pessoa e simulador de Fórmula 1 para aliviar a ansiedade.
- Neymar, Lucas Paquetá, Endrick, Casemiro, Vinícius Júnior, Gabriel Magalhães e Bruno Guimarães costumam frequentar a lan house do hotel; Endrick, Rayan e Igor Thiago formam o chamado “fundão” da equipe.
- O técnico Carlo Ancelotti participa ativamente do ambiente descontraído, sendo visto como “nonno da galera”, mas mantendo firmeza quando necessário.
A três dias da estreia contra Marrocos pela Copa do Mundo, a seleção brasileira vive uma rotina marcada pela serenidade. O time busca encerrar um jejum de 24 anos no torneio, mas o ambiente dentro da concentração busca manter a calma e a confiança.
Os atletas seguem horários rígidos desde acordar até treinar, com refeições, reuniões e sessões de fisioterapia. Fora da rotina, a comissão técnica prioriza manter o clima leve, sem permitir que qualquer desvio da concentração ocorra.
O celular é permitido, principalmente entre os mais jovens, mas há cuidado para evitar excesso de contato com o mundo externo. A ideia é impedir críticas e cobranças que possam atrapalhar a preparação para o jogo de sábado (13), contra Marrocos.
Entretenimento no hotel
Dentro do hotel, disputas de pingue-pongue costumam gerar rivalidade entre colegas, com Raphinha sendo apontado como destaque no torneio interno. O truco também ocupa boa parte das folgas, com partidas entre jogadores e familiares de longa data.
A chamada lan house recebe jogos de tiro em primeira pessoa, com Neymar, Paquetá, Endrick, Casemiro, Vinícius Júnior, Gabriel Magalhães e Bruno Guimarães entre os frequentadores mais assíduos. Disputas no simulador de Fórmula 1 também chamam atenção.
Entre os mais jovens, Endrick, Rayan e Igor Thiago formam o grupo conhecido como fundão, sempre próximos nos corredores e até em compromissos oficiais, onde participaram de entrevistas coletivas de forma descontraída.
Neymar mantém papel central na convivência diária, circulando entre grupos, fazendo brincadeiras e exercendo liderança pela convivência, sem discursos formais. A ideia é preservar o espírito de equipe e a motivação ao longo da preparação.
Carlo Ancelotti, chamado de nonno pela delegação, participa ativamente das atividades e das conversas. O técnico italiano compartilha histórias de carreira, relembra bastidores e, quando necessário, impõe disciplina, mantendo equilíbrio entre diversão e foco.
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