- Matheus Cunha foi confirmado como camisa 9 da seleção brasileira no Mundial, com Carlo Ancelotti anunciando-o titular, enquanto Endrick e Igor Thiago disputam a posição de centroavante.
- Cunha tem função mais móvel no esquema do treinador italiano, atuando ao redor da área, com a disputa de centroavante aberta entre Endrick e Igor Thiago.
- A trajetória de Cunha inclui passagem por Coritiba, Sion, Leipzig, Hertha Berlim, Atlético de Madrid, Wolverhampton e, desde 2025, Manchester United, somando gols e assistências relevantes.
- Endrick despontou no Brasília F. A. e ganhou destaque no Palmeiras, foi ao Real Madrid e, depois, ao Lyon por empréstimo; Igor Thiago vem do Brentford, com destaque na Premier League.
- Pela primeira vez em dezesseis anos, o Distrito Federal volta a ter dois representantes no Mundial, remontando a época de Kaká e Lúcio.
O Brasil definiu Matheus Cunha como titular da camisa 9 para o Mundial nos Estados Unidos, México e Canadá. A escolha foi anunciada pelo técnico Carlo Ancelotti, que destacou a versatilidade do atacante, não apenas a função de centroavante.
Cunha herdará a responsabilidade histórica da 9, vestida por nomes como Coutinho, Tostão, Zinho e Ronaldo. A decisão ocorreu após a concorrência com Richarlison, Gabriel Jesus, Endrick, Igor Thiago, Pedro e João Pedro, no ciclo pré-Copa.
O atacante do Manchester United foi confirmado após passagem conturbada. Ele não foi convocado para a Copa de 2022, perdeu espaço no ciclo anterior e retornou com força sob o comando de Ancelotti, destacando-se na fase final de 2024.
Em campo, Cunha atua de forma mais móvel perto da área, segundo o treinador. A função de centroavante puro ficará com Endrick e Igor Thiago, que disputam o posto em amistosos pré-Copa e na fase de jogos-treino.
Natural de João Pessoa, Cunha começou no futsal e trilhou carreira na Europa, passando por Sion, Leipzig, Hertha Berlim, Atlético de Madrid, Wolverhampton e, desde 2025, o Manchester United. Pela seleção, participou das Olímpiadas de 2020 (jogo de ouro em 2021) e integrou o elenco para o Mundial.
Endrick, de Taguatinga, despontou no Brasília FC e no Palmeiras, transferiu-se ao Real Madrid aos 16 anos e atingiu novo patamar no Lyon por empréstimo. Pela seleção, já foi convocado, alternando momentos de brilho e oscilações.
Igor Thiago, nascido no Gama, cresceu na Cidade Ocidental (GO) e subiu de patamar no Brentford, na Inglaterra. Em 2024, consolidou-se na equipe e ganhou a oportunidade com a amarelinha, marcando gols decisivos em amistosos pré-Copa.
O Brasil, pela primeira vez em 16 anos, terá dois representantes do Distrito Federal no Mundial, uma sequência que celebra a renovação do elenco e reforça a presença de jogadores naturais da região no palco global.
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