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Copa de 2026 terá 48 equipes, sediada por EUA, Canadá e México, com final em Nova Jersey e show no intervalo pela primeira vez

Quatro jogadores de futebol de mesa alinhadas em uma vara com uma bola de futebol no meio sobre um fundo verde elétrico.
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  • A Copa do Mundo de 2026 será nos Estados Unidos, Canadá e México, com quarenta e oito equipes e final em Nova Jersey, incluindo um show no intervalo pela primeira vez.
  • Cristiano Ronaldo e Lionel Messi podem encerrar suas participações em Copas; Ochoa, goleiro mexicano, também chega ao seu sexto torneio.
  • Os anfitriões enfrentam pressão, já que nem sempre venceram quando sediaram; o México já chegou às oitavas em edições anteriores e os EUA também alcançaram essa fase.
  • Os atletas costumam receber prêmios variados de cada associação nacional, com valores que mudam conforme o país; a Alemanha tem um modelo de premiação mais transparente.
  • Vários treinadores que comandam seleções são ex-jogadores que já disputaram Copas, incluindo franceses que venceram como jogadores e hoje treinam suas equipes.

Tudo indica que a Copa do Mundo de 2026 terá mudanças históricas. O torneio será realizado nos EUA, Canadá e México, pela primeira vez coorganizado por três países. O formato passa de 32 para 48 equipes, aumentando o número de jogos. A final será em Nova Jersey e terá um show no intervalo similar ao do Super Bowl, com atrações como Madonna, Shakira e BTS.

A competição chega em 2026 com expectativas diferentes para torcedores do mundo inteiro. A ampliação gerou críticas sobre diluição, mas também abriu espaço para estreias de países como Cabo Verde, Curaçao, Jordânia e Uzbequistão. O estágio final, no entanto, segue como o ápice da competição.

Anfitriões sob pressão

Historicamente, sediar a Copa oferece vantagem, mas recentes edições mostraram resultados variados para anfitriões. África do Sul (2010) e Catar (2022) foram eliminados cedo, enquanto Brasil (2014) sofreu derrota histórica. México já chegou às oitavas em 1970 e 1986; EUA, em 1994, também. Canadá estreia como sede.

Vibrações da América Latina

A expectativa em torno da seleção argentina permanece alta, com o estilo de jogo sendo destaque entre fãs locais. Torcedores brasileiros costumam transformar partidas em celebrações com clima de carnaval e batidas de samba. Em jogos no Estádio Azteca, memórias de 1970 e 1986 costumam marcar o roteiro da torcida.

Premiações e técnicos

Os prêmios aos jogadores variam bastante entre as federações. Além de incentivos internos, há bônus por participação e progressão de fases. A Alemanha, por exemplo, tornou pública a remuneração de 2014: cada jogador recebeu 300 mil euros. A distribuição difere entre confederações e países africanos já enfrentaram disputas sobre pagamentos.

Técnicos que já viveram Copas

O técnico Didier Deschamps, da França, integra um grupo de treinadores que já ganharam a Copa como jogador e como técnico. Várias seleções vão a campo com ex-jogadores no comando, incluindo casos com Mauricio Pochettino, que treina os EUA após defender a Argentina. A troca de experiências entre gerações é comum.

A curiosidade da edição

Entre os astros, Cristiano Ronaldo e Lionel Messi aparecem como as maiores bases de fãs no Instagram, com centenas de milhões de seguidores. Já Tim Payne, zagueiro da Nova Zelândia, ganhou visibilidade mundial após campanha de um influenciador, chegando a ultrapassar quatro milhões de seguidores.

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