- Mauricio Pochettino comanda a seleção masculina dos EUA na Copa do Mundo de 2026, em Irvine, com contrato de US$ 6 milhões por ano, o maior já pago a um treinador pela modalidade no país.
- Em vinte e dois meses, o saldo é de 15 vitórias, 10 derrotas e 1 empate, com a equipe alternando fases brilhantes e momentos inconsistentes em um grupo que tem Paraguai, Austrália e Turquia.
- A discussão central é: o que seria suficiente para os EUA serem vistos como referência no futebol americano e superarem a atual dominância de outras modalidades e ligas?
- O treino aberto, em Irvine, atraiu cerca de 5.500 fãs; a prefeitura informou que mais de 30 mil pessoas se inscreveram para acompanhar o treino.
- Christian Pulisic diz que o objetivo é fazer o melhor pela equipe e pelo país, enquanto Pochettino evita temas políticos e mantém foco no desempenho.
Mauricio Pochettino comandou nesta segunda-feira uma atividade de treino aberta para cerca de 5,5 mil fãs em Irvine, Califórnia, base da preparação para a Copa do Mundo 2026. O técnico argentino enfrentou falhas técnicas ao microfone, mas conseguiu se expressar ao final, destacando o orgulho de estar nos EUA.
A coletiva ocorreu no Championship Soccer Stadium, na região metropolitana de Los Angeles. O treino teve como objetivo manter a preparação da equipe masculina dos Estados Unidos para o torneio que o país hospedará em conjunto com o México e o Canadá.
Pochettino chegou ao cargo com contrato histórico de cerca de 6 milhões de dólares por ano, visando levar a equipe a um desempenho significativo em casa. Em 22 meses, o time soma 15 vitórias, 10 derrotas e um empate, apresentando altos e baixos na evolução tática.
Expectativa e contexto de uso do futebol no país
A meta pública envolve transformar o futebol norte-americano em uma referência dominante localmente, frente a ligas e competições de origem europeia que moldam o interesse do público. A imprensa e parte da torcida acompanham com cautela a performance dentro de campo.
Christian Pulisic, principal estrela, afirmou que a equipe tem qualidade para alcançar bons resultados e provar seu valor. Jogadores de top clubes mundiais integram o elenco, que busca conectar-se com o público e ampliar o apelo do futebol nos EUA.
A equipe está no Grupo com Paraguai, Austrália e Turquia, o que torna o caminho até fases de mata-mata desafiador. Analistas destacam que o desempenho poderá ser avaliado não apenas pelos resultados, mas pela capacidade de engajar torcedores e abrir espaço para o futebol doméstico.
Desdobramentos para o futuro do futebol americano
Além dos resultados, a relação entre o time e o público é tratada como referendo sobre o potencial do futebol nos EUA. O grupo busca manter o foco em desempenho dentro de campo enquanto amadurece uma cultura futebolística mais presente no cotidiano dos norte-americanos.
Pochettino enfatizou o orgulho de representar o país e reforçou a intenção de evitar debates políticos durante a fase preparatória. O técnico ainda pediu empenho aos fãs e aos jogadores, destacando a importância de manter o foco nas metas esportivas.
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