- Pela primeira vez em cento e doze anos, a seleção brasileira convoca dois jogadores de fora da Europa: Fabinho e Ibañez, ambos atuando na Arábia Saudita.
- Fabinho trocou a Europa pelo Sauditão em julho de 2023, tornou-se capitão do clube, ganhou títulos nacionais e segue em recuperação de espaço na seleção.
- Ibañez deixou a Itália e chegou ao Al-Ahli, onde assumiu a captainaria e conquistou títulos na liga, além de destacar-se na equipe brasileira.
- Os dois dirigentes falaram em entrevistas realizadas em Basking Ridge, Nova Jersey, e permanecem na disputa por uma vaga na equipe principal sob o comando de Carlo Ancelotti.
- Atualmente, atuam como reservas, prontos para entrar caso seja necessário durante o ciclo pré-Copa do Mundo.
Fabinho e Ibáñez, representantes da Arábia Saudita na seleção brasileira, despontam no ciclo pré-Copa. Em 112 anos, o Brasil contou pela primeira vez com jogadores do futebol saudita convocados para o Mundial. Reservas, os dois ainda disputam espaço na equipe.
A dupla foi destaque em conversas com a imprensa em Basking Ridge, Nova Jersey (EUA). A presença de Fabinho, volante, e Ibáñez, zagueiro, sinaliza uma mudança de status ao atuar no futebol do Oriente Médio. Eles seguem na luta por uma vaga no elenco verde e amarelo.
Fabinho, criado no Fluminense, ganhou projeção no Monaco e consolidou carreira no Liverpool. Em julho de 2023, transferiu-se para o Al-Ittihad, no futebol saudita. Em 2024-25, venceu o Campeonato Saudita e a Copa do Rei do país.
Ibáñez trilhou caminho semelhante, com passagem pela Atalanta e Roma, até chegar ao Al-Ahli. No Brasil, treinou com Tite, Fernando Diniz e Ancelotti, mantendo a chance de integração à seleção em jogos do ciclo atual. O zagueiro tem sido relevante na defesa e na liderança do clube.
Protagonismo e perspectivas
Fabinho mencionou que a mudança abriu espaço para assumir liderança dentro do vestiário. A adaptação ocorreu diante de condições climáticas diferentes e ritmo de jogo diverso, mas o atleta destaca crescimento técnico e de comando no Al-Ittihad.
Ibáñez ressaltou que passou a ter papel de capitão no Al-Ahli, o que ampliou seu protagonismo dentro da equipe. A trajetória na Arábia contribuiu para consolidar convites da seleção brasileira, sob diferentes treinadores, incluindo Ancelotti.
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