- Juca Kfouri afirma que Gianni Infantino, ao dizer que a Fifa “não controla tudo”, revela a Fifa sob pressão do governo de Donald Trump na Copa do Mundo.
- O comentarista compara o tom atual com momentos em que a entidade impôs exigências a países-sede em Copas anteriores.
- Segundo ele, o cenário nos Estados Unidos mudou.
- Kfouri aponta uma suposta humildade de Infantino ao reconhecer que não controla tudo, em contraste com ações passadas.
- O comentarista cita, ainda, a controvérsia envolvendo o que teria sido o prêmio da paz a Trump como parte desse contexto.
A análise de Juca Kfouri aponta que a fala de Gianni Infantino, ao dizer que a Fifa não controla tudo, revela pressão externa durante a Copa do Mundo. O comentário foi feito no programa Posse de Bola, no Canal UOL. A leitura é de que a entidade estaria mais vulnerável diante do governo Trump.
Kfouri compara o tom atual com o passado, quando a Fifa impôs exigências a países-sede. Segundo ele, nos Estados Unidos houve uma mudança no cenário e no posicionamento da entidade frente ao poder político local.
O comentarista destacou ainda uma avaliação controversa sobre a relação entre Infantino e a administração norte-americana, citando, sem detalhes, uma atribuição de prêmio da paz ao presidente Trump em resposta a cobranças associadas ao Nobel. O tema, porém, não é confirmado pela Fifa e ficou sob análise no programa.
Mudança de cenário nos EUA
A fala de Infantino é interpretada por Kfouri como indicativa de maior controle externo sobre a gestão da Copa do Mundo nos EUA. O comentarista sustenta que a postura de autoridades e da organização pode ter efeito direto nas decisões tomadas durante o torneio.
Segundo o analista, a passagem pelo país, com histórico de exigências à sede, pode ter alterado a dinâmica de negociação entre a Fifa e o governo americano. A reportagem segue acompanhando desenvolvimentos e declarações oficiais. Fontes citadas: Posse de Bola e Canal UOL.
Entre na conversa da comunidade