- O presidente da Fifa, Gianni Infantino, recebeu salário anual de US$ 4,8 milhões (R$ 24,8 milhões) referente a 2025, segundo o relatório de transparência da entidade.
- Em 2019, o salário foi de US$ 2,9 milhões, quando passaram a ser divulgados publicamente pela Fifa.
- Em 2025, o total inclui US$ 2,6 milhões de salário-base bruto e US$ 2,2 milhões de bônus, ligados à primeira edição ampliada da Copa do Mundo de Clubes.
- A Fifa atribui o aumento aos crescentes resultados financeiros da gestão de Infantino, com ampliação de competições e projeção de receitas superiores a US$ 11 bilhões no ciclo até 2026.
- A remuneração do presidente é definida por um comitê independente de compensação, e a entidade afirma ter aumentado os repasses às federações nacionais desde a chegada de Infantino.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, teve um salário anual de 4,8 milhões de dólares em 2025, conforme relatório de transparência publicado pela entidade. A divulgação ocorreu antes da Copa do Mundo de 2026.
Os dados mostram que os ganhos de Infantino aumentaram desde sua eleição em 2016. Em 2019, ele já recebia 2,9 milhões de dólares, quando passaram a ser divulgados publicamente.
Em 2025, o salário-base bruto foi de 2,6 milhões de dólares, acrescido de um bônus de 2,2 milhões de dólares, vinculado à primeira edição ampliada da Copa do Mundo de Clubes. A Fifa aponta que essa remuneração reflete desempenho financeiro obtido sob sua gestão.
Remuneração sob escrutínio
A Fifa sustenta que os pagamentos são definidos por um comitê independente de compensação. A entidade destaca ainda que, sob Infantino, houve expansão de competições e perspectivas de receitas superiores a 11 bilhões de dólares no ciclo até 2026, além de aumentos nos repasses às federações nacionais.
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