- A Copa terá quarenta e oito seleções e104 partidas, com os finalistas disputando oito jogos; haverá uma fase de 32 avos antes das oitavas, em um formato com doze grupos de quatro.
- Surpresas da fase inicial incluem azaros bem organizados defensivamente que brigam por vitórias mínimas e podem ter goleadas apenas na última rodada.
- O artilheiro da edição pode vir de uma equipe que não chegue às semifinais; há potencial para gols de jogadores de equipes que não vão longe na competição.
- Zebras podem ocorrer já nos 16 jogos eliminatórios, com favoritos Strug podem levar viradas; o cenário dependerá de jogos da fase de 32 avos.
- Os treinadores poderão mexer mais no time ao longo do torneio devido ao calendário mais longo e ao maior número de jogos, permitindo variações de escalação e estratégia.
O jornalismo apresenta as mudanças da Copa do Mundo com 48 seleções, diferente da edição anterior. O torneio terá 104 partidas, oito jogos para os finalistas e uma fase de 32 avos antes das oitavas. O formato, inédito, traz doze grupos de quatro times.
A competição muda a dinâmica das equipes. As seleções com apenas uma vitória têm boa chance de seguir adiante, especialmente as que operam defensivamente para buscar gols na última rodada.
A vez dos azarões sempre aparece no grupo inicial. Cabo Verde, Curaçao, Jordânia e Haiti devem priorizar defesa sólida para tentar vitórias mínimas e sonhar com o possível avanço como terceiros.
A vez dos azarões
Cabo Verde tende a jogar retrancado contra Espanha e Uruguai, abrindo espaço para ataque contra a Arábia Saudita. A ideia é explorar chances em confrontos definidores, mantendo a improbabilidade de classificação até a última rodada.
O palco dos artilheiros
O goleador pode vir de um time que alcance as quartas de final, aumentando o número de partidas disputadas. A tendência é que o jogador atinja seis jogos, mesmo que a equipe seja eliminada cedo.
Há espaço para novas surpresas individuais, com possibilidades de artilharia mesmo para atletas de equipes que não avancem muito na competição.
As zebras virão antes
Nos primeiros 16 duelos eliminatórios, podem surgir resultados inesperados. Um cenário hipotético envolve Brasil e Japão em lados distintos do grupo, levando a uma zebra histórica no confronto direto.
A imprensa relembra casos passados em que surpresas, ainda que isoladas, mudaram o tom da competição. Se ocorrer, os favoritos podem ficar fora antes das semifinais.
Os times serão muito mexidos
Com o volume de jogos, treinadores poderão depender menos de time titular no início e manter o elenco inteiro em melhor forma ao longo do torneio. A duração prolongada favorece a gestão de cansaço e lesões.
Carlo Ancelotti é citado como exemplo de técnico que pode variar bastante a escalação. A ideia é equilibrar desempenho com descanso, mantendo a competitividade até as fases finais.
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