- Jogadores da seleção contrataram fotógrafos particulares para registrar momentos dentro e fora de campo.
- As imagens aparecem como conteúdos rápidos nas redes sociais e podem virar memórias duradouras.
- O fotógrafo Léo Sguaçabia cita atender Matheus Cunha, Rayan, Ederson e Lucas Paquetá, fazendo desde fotos posadas até momentos de jogo e de resenha.
- Bruno Guimarães ressalta o valor de guardar memórias para os filhos e os jovens, com fotos e vídeos do dia a dia da Copa.
- O objetivo comum é retratar os atletas de maneira que se valorizem na imagem, com a taça da seleção brasileira como sonho compartilhado.
A Seleção Brasileira vem recebendo atenção constante de câmeras durante a Copa do Mundo de 2026. Hoje em dia, muitos registros são feitos por fotógrafos contratados pelos próprios jogadores, tanto dentro quanto fora do campo.
Entre os atletas que recorrem a esses profissionais estão Matheus Cunha, Rayan, Ederson (do Atalanta) e Lucas Paquetá. Os fotógrafos dão foco em fotos posadas, em ações com a bola, momentos de descontração e registros do ingresso em campo, além de cliques espontâneos.
Para os fotógrafos, o objetivo é retratar o atleta de forma que ele se reconheça na imagem. A proximidade com o jogador facilita capturar o movimento de chute, passe e a expressão do momento, criando uma visão mais íntima da performance.
As imagens, além de conteúdo para as redes sociais, podem se tornar memórias duradouras para os jogadores, que veem nessas fotos registros importantes para o futuro. O material é utilizado pela imprensa e pelos próprios atletas para memórias pessoais.
Entre os profissionais citados, o fotógrafo responsável pelo estilo de registro detalha o trabalho: captar a personalidade do atleta e a dinâmica em campo, criando uma linha de registro que acompanha a trajetória na competição. A meta comum é ampliar o storytelling visual da participação da seleção na Copa.
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