- O técnico Jesse Marsch, dos Estados Unidos, aceitou comandar o Canadá na Copa do Mundo em casa, dizendo que era o motivo para assumir o cargo.
- O Canadá sediará seis jogos do Mundial de 2026, e Marsch falou à imprensa no BMO Field, em Toronto, antes da estreia contra a Bósnia.
- Alphonso Davies continua indisponível para a partida contra a Bósnia, após ressonância magnética que mostrou sinais positivos de recuperação.
- Stephen Eustáquio assumirá a braçadeira de capitão da seleção canadense na primeira partida de uma Copa do Mundo no país.
- A Bósnia-Herzegovina, treinada por Sergej Barbarez, chega como azarão, mas com experiência frente a seleções mais bem ranqueadas.
O técnico do Canadá, Jesse Marsch, afirmou nesta quinta-feira que aceitar o cargo foi motivado pela chance de comandar a equipe em uma Copa do Mundo como país-sede. A declaração aconteceu pouco antes da estreia contra a Bósnia, pela primeira rodada do Grupo B, em Toronto.
Marsch concedeu a entrevista coletiva no BMO Field, que receberá seis jogos do Mundial de 2026. O treinador destacou que atuar em casa representa uma responsabilidade que ele desejava assumir desde o início do projeto da seleção.
O norte-americano revelou ainda a satisfação de trabalhar sob pressão, especialmente quando o estádio está lotado e a expectativa é alta. Ele ressaltou que o objetivo é transformar a postura da equipe em casa.
Situação da seleção canadense
Apesar da empolgação, Marsch confirmou que Alphonso Davies, astro do Bayern de Munique, continua indisponível para a partida contra a Bósnia. O treinador informou que uma ressonância mostrou sinais positivos de recuperação.
Capitão da equipe na primeira Copa do Mundo realizada no Canadá, Stephen Eustáquio comentou sobre o sonho de vestir a braçadeira. O jogador atua pelo Los Angeles FC, na MLS, e falou da honra de liderar o elenco.
Desempenho e adversário
A Bósnia se classificou ao superar a Itália, garantindo presença no torneio pela segunda vez. O técnico Sergej Barbarez destacou a experiência de enfrentar seleções mais bem ranqueadas, embora tenha reconhecido as dificuldades.
Barbarez reforçou que o time assume o papel de azarão, mas manteve a ideia de aproveitar a dinâmica de enfrentar adversários mais fortes. Ele apontou que, com o tempo, o mundo toma conhecimento da equipe.
Entre na conversa da comunidade