- O Comitê Nacional de Torcedores da Costa do Marfim informou que a seleção não poderá contar com torcedores na Copa do Mundo por não conseguirem vistos para entrar nos Estados Unidos.
- Além da Costa do Marfim, Irã, Haiti e Senegal enfrentam restrições de visto para cidadãos entrarem nos EUA, afetando delegações e profissionais ligados ao futebol.
- O governo dos EUA afirmou ter apresentado o caso à Federação Internacional de Futebol (Fifa) e explicou os motivos da recusa a solicitantes.
- A Organização das Nações Unidas pediu aos EUA que revisem sua política de imigração durante a Copa do Mundo.
- Algumas autoridades americanas, como o secretário de Segurança Interna, reforçaram que a política busca garantir que as pessoas certas entrem no país.
O Comitê Nacional de Torcedores da Costa do Marfim anunciou que a seleção não terá torcida presente na Copa do Mundo, por não conseguir vistos de entrada nos Estados Unidos. A decisão afeta a viagem de milhares de fãs que pretendiam acompanhar a equipe em território norte-americano.
Segundo o CNSE, o governo dos EUA deixou claro que não acolheria torcedores de certos países, incluindo a Costa do Marfim, o que inviabilizou a ida das partes interessadas ao evento. Em consequência, apenas parte dos integrantes do comitê recebeu autorização para viajar.
Além da Costa do Marfim, Irã, Haiti e Senegal também enfrentam restrições de visto para o público e delegações, de acordo com informações vinculadas à política de imigração dos EUA. A ONU pediu que Washington reavalie a política durante a Copa.
O tema ganhou atenção internacional após a assinatura de uma verba maior para reforçar a fiscalização de imigrantes nos EUA. O governo manteve a posição de que a entrada de pessoas é condicionada aos critérios de cada país.
O secretário de Segurança Interna dos EUA afirmou que o governo apresentou o caso à FIFA, explicando os motivos da recusa aos solicitantes, enquanto a administração ressaltou a necessidade de controlar a entrada de pessoas no país durante o torneio.
Entre na conversa da comunidade