- A Copa do Mundo de 2026 será disputada na América do Norte (Estados Unidos, México e Canadá) com formato de 48 seleções e 104 partidas, organizadas em 12 grupos de quatro; avancam os dois primeiros de cada grupo e as oito melhores terceiras, seguindo para mata-mata entre 32 equipes.
- A abertura será no Estádio Azteca, na Cidade do México, México vs África do Sul, às 16h, e a seleção brasileira integra o Grupo C (Marrocos, Haiti e Escócia); a estreia do Brasil acontece sábado, às 19h, no MetLife Stadium, contra os marroquinos; a final está marcada para 19 de julho, em East Rutherford.
- O torneio enfrenta desafios de clima extremo: temperaturas elevadas e tempestades podem afetar até um quarto dos jogos, segundo NOAA e World Weather Attribution; há plano de segurança contra raios e interrupções se houver trovões.
- A organização envolve questões diplomáticas e políticas: a relação entre a Fifa e o governo dos EUA; tensões com o Irã e vistos para a delegação iraniana; além de debates sobre preços de ingressos e acesso de torcedores.
- O evento terá logística dividida em blocos leste, central e oeste para evitar longas travessias entre países; elenco de shows inclui Shakira e Burna Boy, além de ajustes na arbitragem, com trio brasileiro comandando México x África do Sul.
A Copa do Mundo mais ampla da história começa nesta semana na América do Norte, com 48 seleções em disputa e foco em clima, logística e políticas. O jogo de abertura será entre México e África do Sul, às 16h, no Estádio Azteca, na Cidade do México. A competição utiliza um formato inédito, com 12 grupos de quatro equipes.
A Federação Internacional de Futebol (Fifa) ampliou o torneio para 104 partidas, marcando a passagem de 32 seleções para o novo formato. Clasificam-se os dois melhores de cada grupo e as oito melhores terceiras. A fase seguinte envolve duelos de mata-mata em jogo único.
Brasil fica no Grupo C, ao lado de Marrocos, Haiti e Escócia. Caso termine entre os dois primeiros, o time brasileiro enfrenta o vencedor do Grupo F na segunda fase. A estreia acontece no sábado, às 19h, no MetLife Stadium, em East Rutherford, contra Marrocos.
O estádio de East Rutherford sedia também a final da Copa, em 19 de julho. Ao todo, 16 estádios estão distribuídos por Estados Unidos, México e Canadá, com 11 nos EUA, três no México e dois no Canadá. Três países-sede organizam a maior edição já realizada.
A abertura no Azteca terá homenagens aos campeões de 1970 e 1986, com shows programados de artistas internacionais. Além disso, eventos pré-jogo em cidades-sede destacam as seleções anfitriãs dos EUA e do Canadá.
Atualizações sobre o clima e segurança acompanham a preparação. A NOAA indica temperaturas altas no período de jogos nos EUA, com a possibilidade de impactos climáticos em até um quarto das partidas. A organização recomenda planos de segurança para raios, com suspensão de jogos ante trovões.
Outro tema relevante envolve diplomacia e relações internacionais. O presidente da Fifa, Gianni Infantino, manteve aproximação com o governo dos EUA durante o período de organização, incluindo visitas oficiais. A gestão também tratou de vistos e logísticas com delegações, especialmente a iraniana, que enfrentou dificuldades administrativas.
O regulamento da competição, com regras para reservar tempo de reposição de bolas e substituições, visa reduzir atrasos e o uso de cera. No novo formato, casos de disciplina e infrações passaram por adaptações que influenciam o andamento dos jogos.
A alta demanda por ingressos suscitou debates sobre preços, com entradas para a final chegando a valores elevados. O mercado de revenda registrou cifras expressivas, levando autoridades a buscar soluções para equilibrar o acesso ao torneio.
No México, episódios de violência e protestos também marcam o cenário local. Em Guadalajara houve tensões associadas a organizações criminosas, e na Cidade do México militam ações de funcionários públicos e manifestações, refletindo desafios sociais no país-sede da Copa.
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