- Gustavo Alfaro conduziu o Paraguai de volta à Copa do Mundo após 16 anos, com a classificação antecipada para o Mundial de 2026.
- O retorno do técnico à Albire Roja, após sair da Costa Rica, coincidiu com uma sequência de nove jogos invencíveis nas Eliminatórias.
- Um ceramista paraguaio criou bonecos de argila de Alfaro, chamados de “Alfarito”, com 30 centímetros de altura; a produção chega a 100 unidades.
- A torcida tem demonstrado forte carinho pelo treinador, sendo comparado ao período de Tata Martino e recebendo homenagens como uma pintura de camisa com momentos da gestão de Alfaro.
- Aos 63 anos, Alfaro soma mais de trinta anos na carreira como técnico, com passagens pela Argentina, Costa Rica, Paraguai e Equador, este último levando a seleção à Copa do Mundo de 2022.
O Paraguai garantiu a vaga na Copa do Mundo de 2026 com Gustavo Alfaro no comando, encerrando um jejum de 16 anos. A confirmação veio após a campanha nas Eliminatórias, que ganhou fôlego com o retorno do treinador à Albirroja.
Alfaro substituiu Daniel Garnero e retomou o ciclo de qualificação após deixar a Costa Rica. Em menos de dois anos, o técnico argentino soma oito vitórias, seis empates e quatro derrotas em 18 jogos, com apenas a derrota contra o Brasil pelas Eliminatórias.
A atuação da equipe, marcada por vitórias sobre Argentina e Brasil, consolidou a classificação que encantou o público paraguaio. A partir desse momento, Alfaro ganhou grande popularidade no país, transformando-se em referência no futebol local.
Popularidade entre torcedores
A repercussão ultrapassou as partidas. Um ceramista criou uma linha de miniaturas do treinador em argila, batizadas de Alfarito, com 30 cm de altura. A produção de 100 peças leva cerca de sete dias e já recebeu várias reservas.
David Chun, fabricante, disse à ABC Cardinal que o interesse vai além do aspecto financeiro. Segundo ele, muitos paraguaios veem Alfaro como figura de liderança, o que se reflete nas encomendas.
Sobre o técnico
Gustavo Alfaro, 63 anos, tem trajetória de mais de 30 anos como técnico, principalmente na Argentina. Além da seleção paraguaia, já comandou a Costa Rica e a Equador, este último levando à Copa de 2022.
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