- Alisson chega à terceira Copa como titular da seleção brasileira, mantendo a vaga de 2018, 2022 e 2026, e pode igualar Gylmar dos Santos Neves e Taffarel ao atuar pela terceira Copa consecutiva.
- O jogo de estreia está marcado para sábado, às 19h (horário de Brasília), contra Marrocos.
- Ele mira o título para entrar no grupo dos maiores da posição e afirma que quer vencer a Copa para deixar sua marca.
- Em relação aos fracassos anteriores, Alisson diz ter aprendido com 2018 e 2022 e afirma que a responsabilidade é de toda a equipe, não dele sozinho.
- O goleiro mantém uma relação de respeito com Taffarel, atual mentor da posição, que foi referência para a carreira do atleta.
Alisson está prestes a disputar a terceira Copa do Mundo como titular pela seleção brasileira. O goleiro, de 32 anos, entra em campo no próximo sábado, às 19h (horário de Brasília), contra Marrocos, buscando manter a sequência de jogos como titular em mundiais. A partida faz parte do torneio em curso.
Com atuação confirmada na Copa de 2026, Alisson pode igualar um feito raro no Brasil ao ser titular em três edições consecutivas, assim como Gylmar dos Santos Neves e Claudio Taffarel. A diferença relevante é que Gylmar foi bicampeão mundial, em 1958 e 1962, e Taffarel ergueu o tetra em 1994. O camisa 1 do Brasil ainda não possui título mundial, o que motiva a busca pela taça.
Aos 32 anos, o arqueiro encara o Mundial como uma oportunidade única. Em entrevista, ele destacou a honra de dividir o espaço histórico com grandes nomes da seleção e reforçou a ambição de vencer o torneio para consolidar seu legado. Também sinalizou que o futuro pertence a Deus e que poderia ser a última chance em sua carreira.
Dores do passado
As duas Copas anteriores terminaram em decepção para Alisson, com eliminações nas quartas de final em 2018 e nos pênaltis em 2022. O goleiro diz ter transformado as frustrações em aprendizado, buscando manter o foco na próxima disputa pela taça. A responsabilidade pela derrota, segundo ele, é de toda a equipe.
Na relação com o ídolo Taffarel, Alisson vê um elo forte que vai além do passado. O ex-goleiro, campeão mundial e hoje parte da comissão técnica, acompanha de perto o dia a dia do goleiro brasileiro. A parceria tem ajudado a moldar o estilo e a preparação do camisa 1, segundo o próprio Alisson.
Agora, o objetivo é claro: levantar a taça para fechar o ciclo com um título que amplia o lugar de Alisson entre os grandes da posição na história da Seleção Brasileira.
Entre na conversa da comunidade