- Ana Paula Oliveira, no UOL News Esporte, classificou o uso do VAR em EUA x Paraguai como “erro grosseiro e inadmissível”.
- O episódio envolveu a troca de cartão amarelo após o reinício do jogo: inicialmente Cáceres recebeu o amarelo, depois o árbitro mudou a decisão para o jogador número 13 dos Estados Unidos, o que, na visão dela, não condiz com o protocolo.
- Segundo Ana Paula, não houve confusão de identidade, apenas um erro interpretativo que o VAR acionou, e a decisão foi alterada após o reinício da partida.
- Julio Gomes criticou a intervenção, dizendo que prefere menos VAR no futebol, reconhecendo que o jogador paraguaio simulou, mas mantendo o foco na falha do protocolo.
- Ana Paula afirmou ter buscado esclarecimentos com a FIFA para entender o ocorrido e disse que, conforme a instrução, a decisão não deveria ter sido aceita.
A arbitragem de vídeo cometeu um erro ao inverter cartões após o reinício de EUA x Paraguai, pela Copa do Mundo 2026. Ana Paula Oliveira avaliou a jogada no UOL News Esporte, do Canal UOL, como grave e inadmissível.
Segundo a comentarista, o episódio envolveu uma revisão de cartão por simulação, com troca de punição mesmo após a bola voltar a rolar. Ela afirma que o árbitro holandês Danny Makkelie aplicou o amarelo ao jogador 13 americano, houve intervenção do VAR e a decisão foi alterada de forma indevida.
Ana Paula lembra que o protocolo do VAR contempla apenas gol, pênalti, cartão vermelho e erro de identidade, e sustenta que não houve confusão de identidade. A comentarista garante ter buscado esclarecimentos junto à FIFA sobre o ocorrido.
Repercussão entre especialistas
Julio Gomes criticou a intervenção do VAR e pregou menos uso da ferramenta, mesmo reconhecendo a simulação do jogador paraguaio. Ele afirma que o protocolo não sustenta a troca de decisões após o reinício.
Paulo Massini afirmou que o debate não envolve apenas quem recebeu o cartão, mas o momento da revisão. Ele questiona se a correção ocorreu após a atualização do jogo, o que poderia indicar falha no protocolo.
Ana Paula também informou que entrou em contato com um instrutor da FIFA para entender o que ocorreu e que, na visão dela, a decisão não deveria ter sido aceita.
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