- Carlo Ancelotti ajudou Brahim Díaz no Real Madrid, transformando o marroquino em jogador versátil que atuou em várias posições e teve 18 gols e 16 assistências em duas temporadas.
- O treinador chegou a admitir que talvez tenha sido injusto com Díaz, reconhecendo que ele poderia ter jogado mais, especialmente em comparação com a presença de Bellingham.
- Em 2024, Ancelotti defendeu Díaz após ele optar por defender Marrocos em vez da Espanha, elogiando a escolha do atacante.
- A saída de Ancelotti do Real Madrid coincidiu com a queda de desempenho de Díaz, que em 2025/26 marcou apenas dois gols em 42 partidas.
- No Mundial de 2026, Díaz chega sob pressão após falhar cobrança de pênalti na final da última Copa Africana de Nações, enquanto Brasil e Marrocos duelam na estreia do grupo C.
O duelo de abertura do grupo C da Copa do Mundo de 2026 vai reunir Brahim Díaz e Carlo Ancelotti, que agora lidera a seleção brasileira. O reencontro acontece após uma parceria entre técnico e jogador no Real Madrid entre 2023 e 2025, com momentos de destaque e também de controvérsia pública.
Brahim Díaz retornou ao Real Madrid em 2023, após três temporadas por empréstimo ao Milan. Ancelotti o lançou como coringa, explorando posições diversas no ataque e no meio-campo. Em duas temporadas, o marroquino soma 18 gols e 16 assistências pelo clube espanhol.
Apoio público e viradas na carreira
Em 2024, Ancelotti defendeu a decisão de Brahim de defender Marrocos, país da avó do jogador, em vez de Espanha. O treinador ressaltou a importância do atleta e a qualidade da seleção marroquina naquela Copa do Mundo.
A queda de rendimento de Brahim Díaz ocorreu após a saída de Ancelotti do Real Madrid. Na temporada 2025/26, o jogador fez apenas dois gols em 42 partidas pelo clube. No Mundial, ele chega sob pressão após uma cobrança perdida na final da última Copa Africana de Nações, contra Senegal.
Desafios e perspectivas
O desempenho de Brahim no torneio continental será observado sob o olhar do treinador que o acompanhou no Madrid. A expectativa é que ele renda bem sob o comando brasileiro e contra o histórico rival de Ancelotti. O confronto entre as seleções envolve também a resposta do jogador diante da cobrança pública.
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