- A comissão de arbitragem da FIFA quer aplicar mais cartões vermelhos, principalmente em lances com chances claras de gol.
- Na abertura da Copa, Wilton Pereira Sampaio expediu três jogadores, algo incomum em jogos de Mundial.
- Expulsões citadas: Sithole, da África do Sul, e César Montes, do México, com base nos “quatro D’s” (direção ao gol, domínio da bola, defensores e distância do gol).
- Themba Zwane, da África do Sul, foi expulso após revisão do VAR por conduta violenta, sem disputa de bola.
- Assistentes brasileiros Bruno Pires e Bruno Boschilia atuaram sem falhas; histórico de cartões vermelhos em Copas mostra variações ao longo das edições (2010: 17; 2014: 10; 2018: 4; 2022: 4).
O árbitro brasileiro Wilton Pereira Sampaio apitou a abertura da Copa do Mundo, em 11 de junho de 2026, entre México e África do Sul. Foram marcados três cartões vermelhos, o que chamou atenção para o rigor disciplinar na competição.
A comissão de arbitragem da Fifa sinaliza mudança de postura: maior punição em lances com chances claras de gol, como faltas que interrompem situações de gol em curso. A ideia é manter o jogo mais controlado e justo.
No confronto, Sithole, da África do Sul, recebeu expulsão técnica por se aproximar do gol com a bola em risco, atendendo aos quatro D’s da regra. O cartão foi considerado adequado pela arbitragem consultada.
César Montes, do México, também foi expulso, com avaliação semelhante sobre a possibilidade de gol. A comissão mantém que a direção ao gol pode justificar a expulsão quando a jogada impede uma conclusão ofensiva.
A segunda expulsão da África do Sul aconteceu após revisão do árbitro de vídeo, com recomendação que apontou conduta violenta, conforme as regras vigentes. Themba Zwane foi retirado do jogo por essa razão.
Salvatore Pereira, assistente brasileiro, Bruno Pires e Bruno Boschilia atuaram sem grandes exigências, seguindo o protocolo e contribuindo para a condução da partida. A abertura reforça a tendência de maior rigor na arbitragem mundial.
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