- Brasil utiliza coletes com sensores para monitorar velocidade, batimentos, fadiga e recuperação de jogadores em clubes e na seleção.
- Os dados orientam o técnico Carlo Ancelotti em escalações, funções táticas e gestão de lesões, considerando atletas que atuam em ligas diferentes.
- O acompanhamento é diário e contínuo, permitindo visão ampla mesmo durante a Copa do Mundo de 2026.
- Em Boston, houve testes práticos com a vestimenta da Catapult, medindo carga de trabalho e desempenho.
- Embora a tecnologia evolua, a decisão final ainda depende do julgamento humano dos profissionais de ciência do esporte.
Brazil intensifica o uso de sensores para a Copa do Mundo de 2026. Técnicos e cientistas esportivos acompanham jogadores com coletes de rastreamento durante treinos e jogos, para mapear velocidades, fadiga e recuperação. O objetivo é embasar as decisões do técnico Carlo Ancelotti e da comissão técnica.
Os dados são integrados ao sistema da seleção, recebidos diariamente dos clubes onde os jogadores atuam. Guilherme Passos, chefe de ciência do esporte, explica que essa integração facilita a avaliação mesmo quando os atletas estão em diferentes ligas e continentes.
A tecnologia é aplicada a homens, mulheres e equipes de base, ampliando o monitoramento ao longo da temporada. A equipe brasileira utiliza as informações para gerenciar reabilitações, prevenir lesões e orientar escolhas táticas.
A competição contra a seleção de Marrocos, marcada para o sábado, 23 de junho de 2026, é um marco de avaliação. O uso de dados ajuda a decidir quem entra em campo, em que posição e qual estilo de jogo é mais adequado conforme o estado físico.
As vestes com sensores, comuns entre grandes seleções, fornecem métricas de sprint, esforço e tempo de recuperação. Além disso, ajudam a definir se um jogador de alta velocidade deve iniciar ou entrar como substituto no decorrer da partida.
Em paralelo, o uso de assistentes de IA em clubes de futebol, desenvolvido pela Fifa e Lenovo, oferece feedback rápido aos técnicos. Mesmo com a tecnologia, a liderança da decisão continua nas mãos de profissionais especializados.
Para Passos, a diferença está na tradução prática dos dados. Embora a tecnologia amplifique a visão sobre o desempenho, a avaliação final depende da análise humana para escolher o melhor 11 para cada jogo.
Subtítulo: Como funciona o rastreamento e o impacto na construção do elenco
Parágrafo seguinte apresenta a explicação de como as métricas são usadas no dia a dia da seleção e na tomada de decisões estratégicas. Esse processo inclui monitorar lesões, cargas de treino e preferências táticas associadas a cada jogador.
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