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Bruno Guimarães mira Casemiro, Marquinhos ou Gabriel; jogadas aéreas de Ancelotti contra Marrocos

Bruno Guimarães assume bolas aéreas sem Neymar; Brasil aposta em cruzamentos para Casemiro, Marquinhos e Gabriel Magalhães contra Marrocos

Casemiro é o melhor cabeceador da Seleção Brasileira. Bruno Guimarães o procura como referência nas bolas paradas. Arma de hoje contra Marrocos
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  • Bruno Guimarães assume as bolas aéreas da Seleção, mirando Casemiro na primeira travessal e, na segunda, Marquinhos, com Gabriel Magalhães surgindo pelo meio.
  • Ancelotti aprimorou cabeceadas de Casemiro no Real Madrid, e usa essa arma em jogos contra Marrocos.
  • A ideia é explorar cruzamentos, com Bruno Guimarães buscando a primeira-trave, Casemiro, e Marquinhos na segunda, com Magalhães também como opção.
  • O treino ocorreu no Columbia Park, em New Jersey, preparando a equipe para enfrentar Marrocos no grupo, sem Neymar inicialmente.
  • O técnico brasileiro prioriza controle de jogo e compactação sem a bola, mantendo foco em gols marcados e na evitação de falhas defensivas.

Ameaça pelas bolas paradas domina treino de Ancelotti

Direto de New Jersey, Estados Unidos. A seleção brasileira estreou sob o comando de Carlo Ancelotti em 13 de junho, contra Marrocos, no grupo com Haiti e Escócia. Sem Neymar, a equipe aposta em jogadas aéreas treinadas para incomodar a defesa adversária.

A principal arma envolve Bruno Guimarães buscando Casemiro na primeira trave. Casemiro, referência no jogo aéreo desde o Real Madrid, pode abrir espaço para remates de cabeça. A ideia é explorar a leitura de Guimarães em situações de bola parada.

Estrutura tática e quem se destaca

Marquinhos ocuparia a segunda linha de cabeça, aproveitando a estatura e o tempo de salto. Gabriel Magalhães aparece como atacante por estatura, avançando pelo meio em situações de cruzamento. O treino ocorreu no Columbia Park, centro de preparação do New York Red Bulls, em uma concentração de alto investimento.

Ancelotti tem ajustado o Brasil para manter controle de jogo sem abrir mão da eficiência nas bolas paradas. A comissão técnica também avalia a possibilidade de manter Paquetá no meio, firmando a linha defensiva para conter contra-ataques de Marrocos.

Contexto estratégico e continuidade

O técnico italiano destacou que posse de bola não é o único objetivo, priorizando gols marcados e segurança defensiva. A seleção busca equilíbrio entre construção de jogo e velocidade de recomposição pelas laterais, com Danilo e Alex Sandro sob observação para manter cobertura.

Caso Neymar seja liberado, há possibilidade de adicionar mais opções ofensivas, incluindo ajustes de ataque com quatro atacantes em certo momento. Enquanto isso, a bola aérea permanece como ferramenta-chave para enfrentar a defesa marroquina.

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