- A Copa do Mundo de 2026 começou com um recorde: oito jogadores acima de 40 anos, número que pode superar as sete ocorrências em todas as edições anteriores.
- Entre os atletas de linha, Cristiano Ronaldo tem 41 anos; Messi chegará aos 39 em breve, e o elenco ainda inclui 40 anos como Ochoa, Neuer, Muslera, Vozinha, Modrić e Džeko.
- O goleiro mais velho a disputar uma Copa é Craig Gordon, com 43 anos; o recorde de idade entre goleiros em Copas pertence a Essam El Hadary, que atuou aos 45 anos em 2018.
- Roger Milla, atacante camerones, continua sendo o jogador mais velho a marcar gol em Copas, aos 42 anos, em 1994.
- Especialistas apontam que a longevidade vem de evolução multidisciplinar: preparação física, fisiologia, nutrição, medicina esportiva, recuperação, sono e prevenção, além de maior foco financeiro e gestão de carreira para atletas.
A Copa do Mundo de 2026 começou com um recorde: oito jogadores com 40 anos ou mais já atuaram, maior marca da história. O destaque fica com Craig Gordon, 43, goleiro escocês que atua como reserva. O recorde anterior de goleiros é Essam El Hadary, que jogou aos 45 em 2018.
Entre os jogadores de linha, Cristiano Ronaldo, com 41, é o mais velho. O atacante português disputará seu sexto mundial, igualando marcas de Guillermo Ochoa, de 40, e Lionel Messi, que completa 39 em breve. O elenco mais velho da edição pode ter Gordon entre os atletas que entrarão em campo.
Outros goleiros com 40 anos na lista são Manuel Neuer, Fernando Muslera e Vozinha. Luka Modrić e Edin Džeko também aparecem entre os quarentões. Entre os atacantes de linha, Roger Milla permanece como recordista de gols em Copas ao marcar aos 42 em 1994.
A explicação para o fenômeno envolve evolução multidisciplinar. Hoje, preparação física, fisiologia, nutrição, medicina esportiva e recuperação atuam de forma integrada, ampliando a longevidade dos atletas. O papel da prevenção também ganhou peso estratégico.
Profissionais ouvidos destacam a importância do cuidado com o sono, alimentação e recuperação. A medicina esportiva avança, consolidando tratamentos preventivos e curativos. O resultado é manter performance elevada por mais tempo, com menos desgastes.
Empresas e gestão de atletas reforçam o papel estratégico da preparação física. A transferência gradual de receitas do futebol para os atletas também tem ganhado espaço, promovendo investimentos em treinamento, nutrição e tecnologia de recuperação.
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