- Clint Dempsey, maior goleador da história da seleção dos EUA, rebateu Jesse Marsch após o treinador canadense dizer que precisava implorar para os norte-americanos cantarem o hino nacional.
- Marsch afirmou que, nos EUA, às vezes era preciso implorar para os jogadores cantarem, enquanto no Canadá os atletas cantam com orgulho.
- Dempsey, analista da Fox Sports no Mundial, comentou a reclamação de Marsch durante a transmissão pré-jogo entre Canadá e Bósnia e Herzegovina.
- Ele ressaltou seu orgulho de ter representado o país, lembrando que já teve ferimentos e procedimentos médicos pelo time dos EUA.
- Nos jogos do Mundial, os EUA estrearam contra o Paraguai, enquanto o Canadá empatou em 1 a 1 com a Bósnia e Herzegovina na abertura do torneio.
Clint Dempsey rebate críticas de Jesse Marsch após comentário sobre hino nacional. O ex-jogador da equipe dos EUA, hoje analista da Fox Sports, respondeu a declarações de Marsch, treinador do Canadá, sobre a forma como os jogadores americanos cantavam o hino.
Marsch afirmou que precisou pedir aos atletas dos EUA que cantassem o hino, em comparação com o orgulho demonstrado pela equipe canadense. Ele elogiou a própria torcida e a identificação com o país, em discurso antes da estreia do Canadá na Copa do Mundo, em Toronto, contra a Bósnia e Herzegovina, que terminou empatada em 1 a 1.
Dempsey, que dividiu o palco com Marsch na seleção americana em 2010, criticou a fala do rival, destacando sua própria trajetória de jogadora e servindo como exemplo de lealdade ao país. O comentarista lembrou que defende a seleção desde jovem e que já superou dificuldades, incluindo lesões e procedimentos cardíacos.
A história envolve ainda a relação entre Marsch e o US Soccer. O treinador foi cotado como possível substituto de Gregg Berhalter em 2022, mas permaneceu fora do cargo após o retorno de Berhalter. Marsch assumiu o comando do Canadá há cerca de dois anos.
Para o contexto, os EUA iniciaram a Copa do Mundo com jogo contra o Paraguai em Los Angeles. O Canadá encampa, na segunda rodada, o confronto contra o Qatar, marcado para 18 de junho. A repercussão envolve debates sobre disciplina, identidade nacional e o papel de cada treinador na construção de equipes nacionais.
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