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Edin Dzeko, artilheiro da Bósnia, teve casa destruída em bombardeios

Edin Dzeko, artilheiro da Bósnia, sobreviveu ao Cerco de Sarajevo; casa da família foi destruída na guerra e ele participa da Copa do Mundo de 2026

Dzeko em jogo pela Bósnia
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  • Edin Dzeko, artilheiro da Bósnia, tem quarenta anos e participa da Copa do Mundo de 2026 pela seleção de seu país.
  • Nascido em Saravejo, ele enfrentou a Guerra da Bósnia e viu a casa da família ser destruída por bombardeios quando tinha seis anos.
  • Em entrevista, o atacante disse que a lembrança do conflito persiste e que a guerra fortalec eu mentalmente.
  • A Bósnia participou da Copa pela primeira vez em 2014; Dzeko foi um dos destaques históricos do país e atuou por clubes europeus de peso, como Manchester City, Roma e Inter de Milão, atualmente no Schalke 04.
  • O Cerco de Sarajevo, entre 1992 e 1993, deixou mais de 11 mil civis mortos e cerca de 50 mil feridos; o país enfrentou dificuldades de união mesmo após a guerra.

Edin Dzeko, artilheiro da Bósnia, encara a Copa do Mundo de 2026 aos 40 anos. O atacante atua pela seleção da Bósnia e Herzegóvina, que participa do torneio na América do Norte. Sua trajetória inclui passagens por grandes clubes europeus.

O jogador carrega uma história marcada pela Guerra da Bósnia. Dzeko nasceu em Saravejo e tinha seis anos quando a casa da família foi destruída por bombardeios. Sobreviveu aos conflitos e hoje vê o futebol como um elo de união.

Dzeko já defendeu clubes como Manchester City, Roma e Inter de Milão. Atualmente, segundo o material, veste as cores do Schalke 04, que voltará à Bundesliga na próxima temporada.

A participação da Bósnia na Copa de 2014 também é mencionada, com a equipe chegando aos playoffs após liderar o grupo nas Eliminatórias e enfrentar a Itália nos confrontos decisivos. A trajetória do país no futebol é destacada como símbolo de superação.

O Cerco de Saravejo, entre 1992 e 1993, é citado como um marco do período de conflito. Estima-se que mais de 11 mil civis morreram e cerca de 50 mil ficaram feridos. Civis foram expulsos de casa e permaneceram refugiados no próprio país.

O texto reforça que, após o fim da guerra, o país buscou reconstrução e unidade, com o futebol servindo como veículo de coesão nacional. Dzeko lembra que a lembrança da guerra permanece viva, mesmo com vitórias recentes no esporte.

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