- Edmílson Júnior, meia-atacante do Al-Duhail, foi convocado para defender o Catar na Copa do Mundo de 2026, mesmo nascido na Bélgica e com raízes brasileiras.
- O jogador, de 31 anos, adotou o Catar e declarou que quer ficar para sempre no país, mas mantém o sangue brasileiro.
- Itabaiana, cidade da Paraíba, será retratada como “consulado” do Catar no Brasil durante o Mundial, com o pai de Júnior mobilizando a família para acompanhar as partidas.
- O pai, Edmílson, ex-jogador que atuou no Sport e em clubes da Bélgica, comentou que ver o filho jogar é realizar o sonho que ele não conseguiu.
- A seleção do Catar, preparada em Santa Clara, segue com foco na fase de grupos contra Suíça, Canadá e Bósnia, com projeção de classificação à segunda fase.
Edmílson Júnior, meia-atacante do Al-Duhail, foi convocado para defender o Catar na Copa do Mundo de 2026. Nascido na Bélgica, adotou o país do Oriente Médio e tem raiz brasileira, com forte vínculo à cidade de Itabaiana, na Paraíba. A história envolve sonho familiar e trajetória no futebol internacional.
O jogador tem 31 anos e é visto como símbolo da seleção de imigrantes do Catar, país que abriga grande parte da própria população estrangeira. Em 2026, metade dos convocados vem de fora do Catar, incluindo Edmílson Júnior.
A família do atleta ganha apoio em Itabaiana, onde a comunidade acompanha a projeção do jogador. O pai, Edmílson, também ex-jogador, mobiliza a vizinhança para acompanhar as partidas na TV nova, comprada para o Mundial.
Edmílson Júnior cresceu em Itabaiana, onde o pai e o tio formaram parte da base familiar. O jovem entrou no radar internacional após trajetória no futebol belga e, desde 2018, atua no futebol do Catar pelo Al-Duhail.
De Santa Clara, na Califórnia, onde fica a base de treinamentos da seleção catariana, Edmílson Júnior mantém contato com a família e acompanha a preparação para a Copa. O atacante descreve o carinho pela cidade natal como motivação adicional.
O Catar conquistou o coração do jogador, mas o sangue brasileiro permanece presente. Em entrevista ao ge, ele reafirmou o orgulho pela dupla nacionalidade e pela escolha profissional.
A história do pai, que atuou pelo Sport em 1987 e depois na Bélgica, inclui passagem pelo Standard Liège. Ele contou que o filho teve apoio decisivo para retornar ao alto nível após ausência por lesão grave.
No Standard Liège, Edmílson Júnior e o pai puderam compartilhar o aprendizado de carreira. O pai destacou a inteligência e a versatilidade do filho, capaz de atuar em várias posições do ataque.
Antes da seleção, Edmílson Júnior somou títulos no Catar, incluindo campeonatos locais. A convocação em 2024 marcou o retorno do jogador após um período de recuperação por lesão no tornozelo.
Entre a lista de imigrantes da seleção catariana, há atletas de diversos países, como Sudão, Somália, Egito, Portugal e França, além de brasileiros e belgas. Lucas Mendes, zagueiro de 35 anos, também integra o time.
O compatriota Tuta, zagueiro do Al Duhail, reforça o papel de Edmílson Júnior como referência no elenco. O atleta tem apoio próximo para a adaptação e integração ao estilo do futebol catariano.
A família do jogador espera que o Catar avance na fase de grupos, com possibilidade de classificação para a segunda fase. O grupo inclui Suíça, Canadá e Bósnia, adversários que exigem performance sólida. O pai confia no desempenho do filho.
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