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Escritório afirma que Vasco tentou vender a SAF em 2024

Escritório cobra cerca de R$ 740 mil da 777 Partners por honorários e custas ligadas às negociações da venda da SAF do Vasco a José Lamacchia em 2024

Vasco deseja vender a SAF –
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  • O escritório Campos Mello Advogados entrou com ação na Justiça para cobrar cerca de R$ setecentos e quarenta mil em custas e honorários da empresa 777 Carioca LLC, usada pelo grupo norte‑americano no controle da SAF do Vasco.
  • Os serviços teriam sido prestados ao longo de dois mil e vinte e quatro, com participação da 777, da Crefisa e do Vasco em reuniões e conferências para discutir venda para José Roberto Lamacchia.
  • Uma reunião durou aproximadamente duas horas e cinquenta minutos, com presença de Josh Wander, da 777 Partners, Nicolas Maya, do Conselho da SAF do Vasco, e Lamacchia.
  • Em outra ocasião, já com o Vasco sob controle da SAF, houve novo encontro para tratar da oferta de Lamacchia e discutiu-se a posição de Leila Pereira.
  • A venda para Lamacchia não avançou por possível conflito com Leila Pereira, presidente do Palmeiras e esposa do dono da Crefisa.

O escritório Campos Mello Advogados ingressou com uma ação na Justiça para cobrar cerca de R$ 740 mil em custas e honorários da 777 Carioca LLC, empresa utilizada pelo grupo norte‑americano no controle da SAF do Vasco. A cobrança envolve serviços prestados ao longo de 2024.

De acordo com o pedido, o escritório participou de reuniões e conferências entre março e maio de 2024 para discutir a possível venda da SAF do Vasco para José Roberto Lamacchia, proprietário da Crefisa. O objetivo era tratar da oferta do investidor.

Entre os encontros, destacou‑se uma reunião de 2h50 com a presença de Josh Wander, sócio da 777 Partners; Nicolas Maya, então integrante do Conselho da SAF do Vasco; e Lamacchia. Em outra ocasião, já com o controle da SAF pelo Cruz‑Maltino, houve novo encontro para discutir a oferta.

A ação também menciona a participação de Leila Pereira nas conversas, figura ligada ao Palmeiras e esposa do proprietário da Crefisa. A tentativa de venda ao empresário Lamacchia acabou não avançando, segundo o texto, em razão de conflito de interesses potencial envolvendo Pereira.

Contexto do caso

Alega‑se que a 777 recebeu os serviços jurídicos ao longo de 2024, o que motivou o pedido de cobrança. O documento descreve as reuniões como parte do processo de negociação para a venda da SAF. A defesa da 777 não foi apresentada até o momento.

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