- A Copa do Mundo de 2026 será realizada nos Estados Unidos, México e Canadá, com foco em ampliar a presença do futebol no território americano.
- Um estudo da Nielsen indica que os fãs norte‑americanos de futebol são majoritariamente jovens e com maior poder aquisitivo, com 76% entre millennial e geração Z, e engajamento feminino acima do observado na Europa.
- Em 1994, a abertura do torneio nos EUA foi pouco conhecida pelo público, porém a edição teve a maior média de público da história, de 68.991 torcedores por jogo.
- Para a edição atual, os ingressos ficaram mais caros e houve críticas, incluindo do ex‑presidente Donald Trump; a estreia dos EUA contra o Paraguai teve ingressos não esgotados antes do jogo.
- A temporada de 2026 busca consolidar a paixão pelo futebol entre as gerações jovens, com a MLS crescendo para 30 clubes e Messi ajudando a elevar a audiência, especialmente entre torcedores com filhos.
A Copa do Mundo de 2026, que terá EUA, México e Canadá como anfitriões, segue gerando otimismo e desafios nos Estados Unidos. A demanda por ingressos e a adesão do público local estão sob escrutínio, mesmo com expectativas de recuperação de interesse ao longo dos anos.
Especialistas apontam que a popularização do futebol no país tem raízes históricas profundas desde 1994, quando o torneio foi sediado pela primeira vez. Hoje, as gerações mais jovens ajudam a mover o futebol ao centro do debate esportivo.
Para 2026, um estudo da Nielsen indica que fãs norte‑americanos são majoritariamente jovens e com boa renda, com 76% entre millennials e geração Z. O engajamento feminino também aparece elevado em comparação com a Europa.
A preocupação financeira é citada como entrave à popularização. A FIFA elevou preços de ingressos, gerando críticas inclusive de dirigentes locais. Ainda assim, o valor é visto como inferior à média de grandes esportes no país.
A estreia dos EUA contra o Paraguai, no SoFi Stadium, tem sido destacada pela imprensa como teste para a demanda de bilhetes antes do apito inicial. Observadores veem a eventual recuperação do interesse com o início das partidas.
Historicamente, o futebol norte‑americano enfrentou resistência de plateias mais associadas a outras modalidades. A mudança se deve, em parte, à aposta em parcerias com redes sociais e plataformas de streaming.
O ecossistema esportivo acompanha a evolução do futebol, com a MLS ampliando a oferta e buscando maior visibilidade internacional. A liga já registra média de público de cerca de 22 mil por jogo, com planos de movimentos internacionais.
A torcida também responde à chegada de estrelas internacionais. A presença de Lionel Messi no Inter Miami, por exemplo, elevou a audiência em transmissões lineares, segundo pesquisas de audiência.
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