- Brasil e Marrocos duelam neste sábado, às 19h, pelo grupo C; Hakimi projetou marcar o lado de Vinicius Jr. e destacou a preparação da equipe.
- Hakimi, capitão marroquino, elogiou o Brasil e disse que Marrocos pode ser tratado como “brasileiros da África”, confiante para a partida.
- O técnico Marrocos, Mohamed Ouahbi, reconheceu que o Brasil está em outra prateleira, mas garantiu que o time não tem medo e manterá seus princípios de jogo.
- Em relação a lesões, houve substituições previstas; Ouahbi ressaltou que todos os jogadores estão aptos e que não haverá mudanças radicais no estilo da equipe.
- Os treinadores evitaram favoritos; o foco é o primeiro jogo, com atenção ao calor nos Estados Unidos e ao desempenho coletivo jogo a jogo.
Há uma estreia apontada para este sábado na Copa do Mundo. Brasil e Marrocos se enfrentam às 19h (horário de Brasília), no grupo C. O duelo promete marcação acirrada contra o ataque brasileiro liderado por Vinícius Júnior. Hakimi, capitão marroquino, afirmou que a defesa terá trabalho para neutralizar o lado de Vinícius.
Hakimi ressaltou a qualidade do Brasil e disse já ter enfrentado Vinícius Júnior diversas vezes. Ele adapta a fala para a defesa do time do Marrocos, destacando que o elenco está treinado e confiante para o desafio. O capitão reforçou a expectativa de fazer uma grande partida e agir com unidade.
O técnico marroquino Mohamed Ouahbi comentou que a equipe está em uma fase de transição, mas não teme o Brasil. Afirmou que o mental é essencial, manterá princípios de jogo e jogará de forma consciente, buscando equilíbrio ao longo da partida. Ouahbi citou ajustes por lesões e enfatizou sinceridade com a torcida.
Lesões e disponibilidade
- Aguerd ficou de fora após lesão, com substituições já definidas; outros jogadores estão aptos para atuar.
- Os técnicos descartaram mudanças radicais na filosofia de jogo e garantiram continuidade dos princípios de Marrocos.
- Hakimi reiterou foco no primeiro jogo, com visão de jogo a jogo, buscando o melhor resultado possível.
A seleção marroquina também comentou sobre as condições de calor nos Estados Unidos, afirmou que a equipe chegou mais cedo para se adaptar e que não há favoritos em uma Copa do Mundo. Hakimi manteve o tom de neutralidade, destacando respeito ao Brasil e a improbabilidade de previsões sobre o desenrolar da competição.
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